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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Espermatozoides são campeões do 'nado contra a corrente'

Novo estudo pode explicar como o esperma viaja grandes distâncias em terrenos difíceis - tudo para encontrar o óvulo
FOTOS SOBREPOSTAS MOSTRAM A MOVIMENTAÇÃO DE UM ESPERMATOZOIDE DENTRO DE UM MICROTUBO (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Você já viu salmões nadando contra a corrente? Um novo estudo mostra que espermatozóides podem ser tão eficientes em nadar em situações difíceis quanto os peixes. A pesquisa, realizada por especialistas do MIT e de Cambridge, podem mostrar como espermatozoides viajam longas distâncias para fertilizar um óvulo.
A parte básica da história você lembra da aula de biologia: as células do esperma precisam nadar na direção certa distâncias que equivalem a mil vezes o seu comprimento e são expostos a diferentes químicos e correntes no caminho. Já se sabe que espermatozoides sentem os químicos liberados pelo óvulo, mas isso não explica completamente a sua navegação.
Para testar os "aletas", os pesquisadores construiram uma série de microcanais artificiais no qual os espermatozóides eram inseridos. Modificando o fluxo dos tubos, eles investigaram como eles respondem a diferentes velocidades de corrente. E foi notado que, a certa velocidade de fluxo, espermatozoides conseguiram nadar contra a corrente. Eles também notaram que os "nadadores" se movimentavam em um movimento espiralado, junto às paredes dos tubos (onde os fluidos são mais lentos). Se biólogos confirmarem o mesmo comportamento no organismo masculino, dentro dos testículos, teremos descoberto como o espermatozoide nada pelo corpo.
Qual é a importância dessa descoberta? Além de nos fazer compreender melhor a reprodução humana, o conhecimento pode culminar no desenvolvimento de novas técnicas de inseminação artificial - já que cientistas poderiam recriar as condições ideais do corpo.

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