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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dez dicas para se tornar um profissional nota 10

"Refletir com abrangência sobre o que as empresas precisam no longo prazo pode nos trazer referências de como um funcionário deve pensar e agir em sua carreira"



Os líderes empresariais deveriam refletir e comunicar com maior clareza o que esperam de seus profissionais. As deficiências nessa comunicação geram muitas dúvidas nas pessoas, sobre seu desempenho e suas possibilidades de promoção.
Afinal, o que seria um profissional nota 10? É claro que essa resposta varia de acordo com as demandas de cada companhia, mercado e cargo. Entretanto, algumas competências devem ser desenvolvidas por quem deseja ser percebido como um profissional de alto nível pelas empresas.
Refletir com abrangência sobre o que as empresas precisam no longo prazo pode nos trazer referências de como um funcionário deve pensar e agir em sua carreira para tornar-se um profissional nota 10.

1. Qual o seu propósito?

A maioria das pessoas não está feliz na empresa em que trabalha. E não estará feliz em lugar algum. Simplesmente porque não possui um propósito, na carreira e na vida. Empresas têm propósitos. Se um profissional também tiver um, será capaz de escolher melhor o local que permita cumpri-lo, ter maior energia e possibilidade de se realizar no trabalho e dedicar-se a ele.

2. Capacidade autônoma de aprendizagem constante.

O mundo, os mercados e as empresas se transformam o tempo todo. Por essa razão, o bom profissional deve ser capaz de adaptar-se e aprender constantemente. Quem espera que a empresa lhe ensine tudo que precisa para os próximos anos ficará para trás. O indivíduo deve, ele mesmo, buscar o conhecimento, investir no seu autodesenvolvimento para que, quando o futuro chegar, estar preparado.

3. Persistência.

Alguns profissionais mal chegaram à empresa e desejam ser diretores, se possível hoje à tarde. Apesar da velocidade do mundo, não há como acelerar a maturidade, o domínio emocional e a experiência dos anos de vida. Um indivíduo precisa passar por ciclos de expansão e contração na economia, nos mercados e na sua própria carreira, para desenvolver todas as habilidades necessárias para alcançar postos elevados e relevantes na organização. Isso leva tempo e, portanto, persistência é uma competência fundamental.

4. Maturidade nas relações interpessoais.

Indivíduos que relutam em fazer networking, em se interessar pela estratégia e pela política que existe em toda organização humana dificilmente conseguirão ter compreensão de elementos sutis e que são necessários para a tomada de decisão dentro das empresas. E uma pessoa que não domina esses elementos não conseguirá compreender certas decisões empresariais que precisam satisfazer interesses de diversas áreas, pessoas e clientes. Além disso, terá dificuldade para gerir sua carreira apropriadamente, pois, às vezes, é necessário recuar em suas demandas para não romper relacionamentos importantes e necessários ao seu desenvolvimento no longo prazo.

5. Ética.

As decisões que um indivíduo toma, principalmente aquelas que podem favorecê-lo e, simultaneamente, prejudicar outras pessoas, devem ser dirigidas por fundamentos. A ética é o que diferencia, ao longo do tempo, aqueles que são capazes de absorver e traduzir os valores da empresa em comportamentos e decisões observáveis. As companhias perenes são aquelas que não abrem mão de seus valores, especialmente, da ética em suas escolhas. Você deve fazer o mesmo.

6. Tolerância a feedbacks e frustrações.

Um profissional de alto desempenho é aquele que é capaz de absorver e tolerar uma grande quantidade de feedbacks. É muito difícil ter de lidar com críticas, algumas até inapropriadas, e com feedbacks duros e constantes. Mas, pior que isso, é não ter consciência de sua capacidade em relação a outros profissionais com a mesma idade, profissão ou o mesmo cargo que o seu. A maior frustração é perceber tardiamente que não está à altura daquilo que almeja em sua carreira.

7. Não apenas saber qual é sua missão, mas ter consciência dela.

Muitos profissionais sabem quais são seus direitos e seu job description. Poucos atentam para o fato de que a empresa possui uma missão perante seus clientes, e também para seus acionistas e a comunidade. Saber qual é a missão é importante e ter consciência dela é o que diferencia um profissional maduro de um júnior. Ter consciência significa fazer o que for necessário para entregar aquilo que é pedido, dentro das especificações, com excelência, no prazo e no orçamento estipulado. Nada menos que isso.

8. Excelência.

O bom profissional não entrega duas vezes uma tarefa com a mesma qualidade, ele se aprimora constantemente. A cada vez que executa uma tarefa, procura descobrir como fazer melhor, como fazer em menor tempo, como fazer de forma mais segura e, se tiver consciência de qual é o resultado esperado, como obtê-lo suprimindo a tarefa. Ou seja, pensar e agir com excelência exige que você se bombardeie constantemente com perguntas que o façam sair de sua zona de conforto e, simultaneamente, aumentar seu desempenho. Um desafio tremendo.

9. Visão do futuro.

O indivíduo deve ser capaz de ler as tendências que vão pelo mundo e avaliar quais capacidades deverá desenvolver para, quando o futuro chegar, estar preparado. Isso somente é possível para aquelas pessoas que não apenas são antenadas nas notícias, mas também sabem interpretá-las de modo a gerar valor para suas carreiras e para a empresa.

10. Senso de contribuição.

O profissional deve expandir sua visão e conhecer como seu departamento complementa e afeta a operação dos demais. Um profissional nota 10 vê além do horizonte de suas tarefas e observa como elas se encaixam no todo que é a empresa. Do momento em que uma venda é realizada até a entrega, implementação do produto ou serviço e o pagamento por ele. E procura contribuir com o todo, pois sabe que o sucesso deve ser alcançado em equipe, e a companhia é a equipe maior da qual faz parte, não somente sua divisão ou departamento.
O mais importante é que o profissional entenda que sua carreira se desenvolve em ciclos, e que ele deve exercitar essas competências continuamente para ser bem-sucedido hoje e amanhã.
E que seu sucesso contribua decisivamente para o sucesso da empresa, da comunidade que a cerca e do mundo. Afinal, melhor que ser um profissional nota 10, é contribuir para que o mundo seja nota 10.

Vamos em frente!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

7 passos para ser mais feliz no trabalho, segundo a ciência

Pesquisas mostram que bastam algumas mudanças para encontrar maior qualidade de vida



Pode até parecer que a rotina já o engoliu e que todos os seus sonhos de universitário foram atropelados pela vida, mas sempre há como mudar a forma com que você encara o serviço. Pesquisas, estudos e livros mostram que somente alguns passos são necessários para uma vida mais tranquila no trabalho. Então veja a lista de dicas que a The Week separou para ser mais feliz com a sua profissão:
1 – Dinheiro não importa tanto assim

Por mais que pareça um pouco utópico e até mesmo inacreditável para a realidade em que nos encontramos, dinheiro não é sinônimo de felicidade. Segundo pesquisas recentes, dos fatores que fazem as pessoas felizes no trabalho, bom salário está entre os últimos.

Para uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, China, Japão e Índia pela Mercer, “base salarial” se encontra em sétimo dos 12 principais fatores para ser feliz no emprego. Segundo a Harvard Business Review, “aceitar um trabalho pelo salário” é um arrependimento número um na pesquisa de carreiras. Surpreendente?

2 – Status vale menos do que respeito

Por mais que profissões antigas, que carreguem respaldo da sociedade, possam parecer mais prestigiosas, saiba que mais vale um emprego em que se é respeitado do aquele que impõe respeito.

Segundo essa pesquisa, ser um chefe confiável – ou confiar no seu chefe – vale mais do que um aumento de 30% no salário. Para essa equipe, fazer parte de um grupo de colegas que gosta significa maiores chances de promoção. Para o sociólogo Richard Sennett, escritor do livro ‘How to Findi Fulfilling Work’, respeito faz com que as pessoas se sintam “seres humanos completes, cuja presence realmente significa alguma coisa”.

3 – Fazer a diferença faz diferença

Uma lista com os “trabalhos mais felizes” foi divulgada e nas primeiras colocações pudemos encontrar: bombeiros, professores, fisioterapeutas, psicólogos e muito mais. Em breve conclusão, trabalhos que trazem benefícios sociais tendem a trazer satisfação pessoal.

Para os cientistas Howard Gardner, Mihaly Csikszentmihalyi, e William Damon, pessoas que trabalham para o bem dos outros exibem altas taxas de felicidade no emprego.

4 – Use o que você tem de melhor

Procure usar o seu talento! Segundo esta pesquisa, trabalhar com o que gosta é responsável por grande parte das “emoções felizes” que sentimos. Quando incentivadas a fazerem o que sabem – e amam –, as pessoas são mais produtivas.

5 – Corra atrás do que ama

O clichê ataca novamente: fazer o que ama traz benefícios muito positivos. Para essapesquisa, os indivíduos entrevistados que trabalhavam com o que amavam se mostraram muito mais satisfeitos, animados e felizes com suas vidas. Em contraponto, demonstraram baixíssimos níveis de ansiedade e depressão.

6 – Seja autonômo

Autonomia é um dos passos mais importantes para um bom emprego. Sentir-se capaz de controlar o seu tempo e suas ações, sem que sejam necessárias ordens, é ideal, como diz o livro ‘How to Find Fulfilling Work’. Viva a liberdade!

7 – Pare de procurar o trabalho perfeito

O trabalho perfeito não existe! Pelo menos não aquele que você sonha antes de dormir... Para o autor de ‘Mindset: The New Psychology of Success’, “o que uma pessoa pode aprender, praticamente todas as pessoas podem aprender”. Com isso, ele defende que a evolução dos nossos talentos seja constante, gerando a abertura de portas novas o tempo inteiro. Assim aumentando as chances de fazer o que gosta e, consequentemente, de ser feliz no que faz. 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Os 10 empregos que mais equilibram vida pessoal e trabalho

Você cuida de redes sociais? Sempre quis ser salva-vidas? Estes são ótimos trabalhos para ficar com a agenda mais tranquila, segundo pesquisa


Todo mundo sempre quis trabalhar fazendo o que gosta (vide a quantidade de pessoas na comunidade “Quero Ficar Rico Dormindo”, do já falecido Orkut), mas nem sempre isso é simples. Por isso que o ideal é sabermos procurar a "sintonia" entre o emprego e a vida pessoal.
O site Glassdoor  fez uma pesquisa com funcionários de diversas áreas durante um ano a fim de encontrar o emprego mais 'equilibrado' de todos. De especialista em SEO à salva-vidas, as notas mostram que há diferentes opções para conciliar a carreira com o resto da vida.

A avaliação seguiu esse critério para as notas: 1 - Insatisfeito; 3 - OK; 5 - Muito satisfeito. Os entrevistados também deveriam responder se acham que o seu campo de trabalho é promissor ou se ele deve piorar com o tempo. Confira a lista dos dez primeiros lugares! 

10 – Vendedor de ações

Na décima colocação, está a profissão de vendedor de ações, com a nota 4.0. Os dados mostraram que 38% desses funcionários acredita que a área vai melhorar, enquanto 38% discordam - o resto não soube responder.

Em entrevista à pesquisa, um vendedor afirmou: “O trabalho paga bem e é muito bom para um balanço entre a vida pessoal e o emprego. Você conhece muitas pessoas inteligentes e têm lideranças encorajadoras”.

9 – Bombeiro

Surpreendente, não? Bombeiros deram a nota de 4.1 para o serviço e a maioria acha que seu trabalho só deve melhorar. Na pesquisa, um bombeiro de Nova York disse que “há flexibilidade de horário, bom salário e que seus colegas se tornaram uma segunda família”.

8 – Comunicação corporativa

Os funcionários da comunicação corporativa deram a nota de 4.1 para o próprio ofício e 56% acreditam que o campo da profissão deve melhorar.

7 – Designers de experiência de usuários (UED, user experience designer)

“A área é incrível, há muito para aprender e sempre tem um jeito de continuar avançando na minha carreira”, afirma um designer do LinkedIn. A nota para a profissão ficou no 4.2 e 60% botam fé de que o campo vai melhorar.

6 – Instrutor de academia

Com a nota 4.2, a profissão possibilita grande flexibilidade de horários, além de regalias como poder malhar de graça. 

5 – Analista de redes sociais

E você pensando que era estágio pra quem está na faculdade de comunicação... com nota 4.3 na pesquisa, o analista de redes sociais tem feito muito sucesso por aí. “Eu sinto que o trabalho que eu faço é muito importante. Além de poder me divertir bastante durante o trabalho, vejo que minha vida pessoal não é deixada para trás por causa do que faço”, disse um entrevistado que trabalha com marketing.

4 – Salva-vidas

É perigoso, muito importante para quem recebe a ajuda, mas não deixa de ser prazeroso. Em quarto lugar, a profissão recebeu a nota de 4.3. E 0% dos entrevistados acredita que seu trabalho pode piorar.

3 – Guia turístico

Esse terceiro lugar não é tão surpreendente...  afinal, conhecer lugares e pessoas do mundo inteiro enquanto trabalha? Dá para imaginar 'equilíbrio' melhor entre vida pessoal e profissional? A profissão recebeu a nota 4.3 na pesquisa.

2 – Especialista em SEO (pesquisas online)

Sim, isso mesmo. Especialistas em pesquisas otimizadas estão na segunda colocação, com nota de equilíbrio 4.3. 75% dos profissionais acreditam que podem crescer em seus empregos.

1 – Cientista de dados

A liderança com 4.4 é surpreendente, mas “além de serem muito bons no que fazem, a grande maioria tem prazer no trabalho”, garante um cientista entrevistado na pesquisa.
Via Mashable

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Conheça as 18 melhores universidades do Brasil

Os EUA lideram o ranking mundial feito pela CWRU, com 221 instituições listadas entre as mil




O Center for World University Rankings, em tradução livre, Centro para Rankings Mundiais Universitários (CWUR), organização que realiza pesquisas comparativas entre instituições de ensino superior, divulgou sua lista das mil melhores universidades do mundo. Dentre elas, 18 são instituições brasileiras. As cinco primeiras no ranking mundial são três universidades dos EUA e duas do Reino Unido, sendo elas, respectivamente, Universidade de Harvard, Universidade de Stanford, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (dos EUA) e as universidades de Cambridge e Oxford (do Reino Unido). A primeira instituição não norte-americana nem britânica é a Universidade de Kyoto, do Japão, 16ª na lista.
As instituições brasileiras que figuram no ranking estão localizadas, majoritariamente, nas regiões Sul e Sudeste do país.
Confira a lista abaixo:
Apenas três instituições da região Nordeste foram incluídas na lista, todas federais: a da Bahia, do Ceará e de Pernambuco. As outras instituições são todas das regiões Sul e Sudeste, com exceção da Universidade de Brasília. Somente o estado de São Paulo tem seis das 18 melhores brasileiras. Outras três estão no Rio de Janeiro. 

Critérios

A pesquisa analisa vários aspectos para estabelecer o ranking. No site da CWRU a metodologia utilizada é explicada em detalhes, mas, de forma resumida, pode-se dizer que os pontos principais que o estudo busca analisar são a qualidade da educação e treinamento oferecidos aos estudantes, o prestígio e notoriedade dos docentes no meio acadêmico (através do escrutínio de sua produção acadêmica e qualidade de pesquisas), além do nível de pesquisa e inovação de cada instituição, de forma generalizada.
A lista, em relação às Américas, é impressionante no que diz respeito à hegemonia absoluta dos Estados Unidos frente aos outros países, com 221 universidades listadas. O primeiro país a aparecer depois dos EUA e do Canadá é o Brasil, com a USP, que figura na posição 131, a melhor da América Latina.
Em relação aos Brics, o Brasil fica atrás de Rússia, China e África do Sul, na ordem de universidades. Em quantidade de instituições no ranking, porém, só perde para a China, que coloca 84 instituições na lista.
Para conferir a lista completa, acesse o site clicando aqui.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

8 hacks pra te ajudar a guardar dinheiro



Não importa o motivo pelo qual você resolveu guardar dinheiro: seja pra casar, pra viajar, pra estudar, pra comprar algo legal ou simplesmente porque você quer envelhecer com mais tranquilidade, todo mundo deveria guardar um pouquinho do que ganha. Economistas sugerem guardar 10% a 20% de tudo que você recebe pra ter uma aposentadora relax. E, no fundo, todo mundo desconfia que guardar qualquer dinheiro é uma boa ideia. Mas, na prática, o buraco é mais embaixo e muita gente tem dificuldade de reservar uns tostões no fim do mês.
O problema é que não gastar não depende só da nossa disciplina e boa vontade. O mundo ao nosso redor está repleto de armadilhas pra fazer nossa vontade de deixar o dinheiro embaixo do colchão ser substituída por um desejo irracional de compra por coisas. A publicidade e o marketing servem pra isso: pra driblar as observações racionais do seu cérebro sobre como você não precisa daquele espremedor de laranjas. Por exemplo: olha os truques psicológicos que esses profissionais usam pra fazer você gastar mais em restaurantes ou deixar uma parte maior do seu salário no supermercado.
Por isso, às vezes, é importante lutar com as mesmas armas e tentar enganar o cérebro. O Lifehacker preparou mindhacks que devem te ajudar a guardar um pouco do que você ganha. Esses truques fogem dos casuais "leve marmita em vez de comer fora" ou "use uma bicicleta em vez de um carro": eles são técnicas pra enganar seus impulsos de gastar (e por isso são chamados de mindhacks). Dá uma olhada:
8. A regra dos 30 dias
Você está passeando no shopping ou dando uma fuçada em lojas online e achou algo que quer comprar agora. Você tá meio sem grana, mas nossa cabeça arranja jeitos de contornar esse problema: "você parcela em 10 vezes", "só esse mês você gasta um pouquinho a mais, que mal tem?", entre outras coisas. Uma maneira boa de evitar compras por impulso é não comprar nada nesse tipo de situação antes de uma reflexão: se dê 30 dias para pensar sobre a aquisição. Se depois disso você ainda achar que aquilo é imprescindível na sua vida, ok, compre.
7. Faça uma lista de compras e não saia dela
Vá ao mercado com uma lista de compras. Nas primeiras vezes, você vai observar  que esqueceu de uma coisa ou outra que deveriam estar na lista. Mas lá pela quarta ou quinta vez, sua lista vai estar super precisa. Estipule um limite de gasto para itens fora da lista - e mantenha-se fiel a suas pequenas regras.
6. Imagine-se velhinho pra guardar dinheiro pra aposentadoria
Sabe aqueles apps que transformam sua foto atual na sua versão idosa? Baixe um deles. Estamos falando sério. Se você está tentando guardar dinheiro pra previdência privada ou algo assim, a maior dificuldade pode ser visualizar sua vida daqui 30 ou 40 anos: parece tão distante, né? Mas pesquisas mostram que se visualizar velhinho é uma maneira eficaz de guardar mais dinheiro pra aposentadoria.
5. Tenha uma foto do seu objetivo na sua carteira
O que você está tentando comprar... é um carro? Uma casa? Pagar a faculdade pros seus filhos? Faça o seguinte: coloque seu cartão de crédito em uma capinha plástica com a foto daquilo que você almeja, o motivo pelo qual você está economizando.
4. Masque chicletes e ouça música enquanto faz compras
As lojas usam cheiros e música pra te fazer comprar mais. O chiclete e o fone de ouvido são o antídoto pra esses truques da indústrias.
3. Transforme os preços em 'unidades de trabalho'
Quanto tempo você precisa trabalhar pra ganhar 10 reais? E 100 reais? Faça o cálculo. Agora, comece a converter o preço das coisas em unidades aproximadas de trabalho. "Uau, esse celular custa 15 dias" vai te dar uma perspectiva bem mais real sobre se você deveria ou não fazer uma compra.
2. Se comprometa a guardar um pouco agora, mais depois
Estudos mostram que você vai conseguir guardar mais dinheiro se guardar uma quantia agora e um pouco mais no mês que vem, e assim gradativamente, do que se tentar economizar tudo de uma vez. Claro que só funciona se você cumprir o plano.
1. Use truques para conter gastos por impulso
É muito mais fácil comprar por impulso nesses tempos em que nossos dados de cartão de crédito já estão inseridos nas nossas lojas preferidas na internet e em que a maioria de nós usa cartão no lugar de dinheiro. Mas algumas técnicas podem ajudar, tipo não deixar seus dados do cartão já registrados no seu perfil de lojas online e não usar sistemas tipo Paypal ou PagSeguro, treine-se para se perguntar, antes de comprar qualquer coisa, se caso alguém lhe oferece aquilo de graça, você não preferiria sua parte em dinheiro e use um cartão de crédito pré-pago para conter gastos impulsivos em momentos delicados (tipo quando você estiver bêbado no bar, um momento em que - todos sabemos - muita gente fica rica).

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Google volta ao topo da lista das empresas dos sonhos dos brasileiros em 2014

Pesquisa revela que 58% dos jovens estudantes e recém-formados desejam trabalhar na empresa; em segundo lugar fica a Petrobras




De acordo com os resultados da 13ª Edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, realizada pela consultoria Cia de Talentos e a especialista em pesquisa Nextview People, a Google ocupa o primeiro lugar no ranking brasileiro como Empresas dos Sonhos dos jovens. O segundo lugar volta a ser da estatal Petrobras, que foi a primeira colocada nos dois anos anteriores. A “disputa” entre Google e a Petrobras pelas primeiras posições vem acontecendo desde 2008.
Nesta edição, a pesquisa foi respondida por aproximadamente 52 mil jovens brasileiros estudantes e recém formados - entre 17 e 26 anos, e traz conteúdo sobre o que pensam a respeito de companhias, liderança, mercado de trabalho e carreira. Este ano a pesquisa mostra que, para os jovens, fazer escolhas não é algo simples. “Vivemos em um mundo em constante transformação e nenhuma escolha será permanente. Antes o jovem tinha mais clareza do que seria da sua carreira ao terminar uma graduação, que era o principal pilar de uma vida profissional. Hoje ele sabe que durante os quatro ou cinco anos do curso, surgirão e deixarão de existir muitas possibilidades de trajetória. Por isso, eles têm sede constante por novos aprendizados e valorizam organizações que lhes proporcionem um contexto em que possam se ‘reinventar’ a cada dia” – diz Maíra Habimorad, presidente da Cia de Talentos.
Abaixo veja o ranking da Empresa dos Sonhos – elaborado por meio de uma pergunta aberta e sem alternativas:

Alguns destaques

- Odebrecht desde 2011 vem crescendo sua visibilidade entre os jovens - agora ocupa o terceiro lugar.
- PWC - estreante em 2013, pulou do nono para o sexto lugar.
- Vale e Ambev permanecem neste ranking desde 2009 e Itaú desde 2008.
- Apple e P&G estreiam neste ranking.

Motivos de escolha das empresas dos sonhos

A quantidade de jovens que sonham trabalhar em uma companhia específica vem decrescendo ano a ano: era de 77% em 2012, passou para 60% em 2013 e agora está em 58%. Os jovens ‘descontentes’ – os que não têm uma Empresa dos Sonhos - dizem que para ocupar um lugar especial em seus sonhos uma organização deveria oferecer possibilidade de conciliar a vida pessoal e profissional e ter bons relacionamentos no trabalho.
Já os participantes da pesquisa que apontam ter uma empresa dos sonhos dizem que tê-la escolhido por acreditarem que ela proporcione oportunidades de desenvolvimento profissional, desafios constantes e possibilidade de fazer o que gosta, além de trabalhar para uma marca inovadora com boa imagem no mercado.
Entretanto, para os jovens, algumas empresas têm aspectos mais marcantes. 29% dos jovens que indicaram o Google apostam que nela teriam oportunidades de vivenciarem uma carreira internacional. O que chama a atenção dos que admiram a Petrobras é a estabilidade do emprego - 40% a escolheram por isso. Já no caso da PWC, 71% dos que sonham trabalhar nela acreditam que ofereça um aprendizado profissional. Mas, quando o assunto é credibilidade no mercado, 59% dos que querem uma oportunidade na Nestlé lembraram dela por este motivo. E a Apple é referência em inovação para 69% dos que gostariam de atuar nela.
O alinhamento com a cultura da empresa também é um dos principais aspectos avaliados no momento de escolha por uma oportunidade profissional. “Quando os jovens são contratados por uma organização, é comum passarem por um período de integração, momento este dedicado para apresentar também seus valores. Porém, este dado é mais relevante se for conhecido pelos jovens antes de decidirem se aceitam ou não uma proposta de trabalho.” – esclarece Danilca Galdini, sócia-diretora da Nextview People. Tanto é que 70% destes jovens dizem ter alguma referência sobre os valores e as crenças das organizações que admiram. Reconhecimento profissional, sustentabilidade, foco em pessoas e qualidade são as características que mais chamam a atenção destes jovens.
Para assistir um vídeo com os resultados completos desse estudo, acessewww.ciadetalentos.com.br/esj .

quarta-feira, 23 de julho de 2014

7 dicas para ser mais feliz no trabalho

Quer mudar a forma com que você se comporta (e se sente) no serviço? Confira essa lista



Encontrar alegria no ambiente de trabalho não é uma missão fácil. E muitos escolhem abrir mão da felicidade em nome do sucesso financeiro. Segundo o artigo “Why You Hate Your Job”, do New York Times, as pessoas não acreditam mais que é possível ser bem-sucedido e feliz ao mesmo tempo no emprego.
Exatamente por isso, inspirado no Times  e nesta matéria do LifeHacker, decidimos juntar algumas dicas para maximizar o seu verdadeiro potencial e fazer com que fique mais fácil amar o seu trabalho.

Seja mais engajado com o seu emprego

Segundo esta pesquisa, todos gostam de ser desafiados. E o responsável por buscar esse desafio, no caso da sua vida profissional, é você mesmo. Por isso, procure criar um ambiente de trabalho em que possa estabelecer esse tipo de relação desafiadora constantemente, assim quando começar a receber resultados positivos, será mais fácil gostar do que faz.

Conheça seu talento e use isso ao seu favor

Amar o seu emprego exige que utilize o melhor do seu talento, assim fazendo com que os resultados sejam capazes de cumprir seus propósitos. Então procure saber exatamente no que você é melhor e aprenda a usar no cotidiano do seu trabalho.

Caso não saiba muito bem qual é o seu talento, pense que ele pode ser encontrado na forma com que você realiza suas obrigações. Seu modo de pensar, seu modo de resolver problemas e muitas outras coisas do dia a dia são frutos do seu talento. Aplique o seu melhor!

Esteja aberto para mudar seus hábitos e seu estilo de vida

Essa é para quem está cansado da sua rotina e não aguenta mais as mesmas metas todo santo mês. Abra sua mente e procure novos desafios! A possibilidade de alterar a sua rotina é um dos passos mais importantes para ser feliz no trabalho. E se sentir que isso não é possível onde você se encontra, procure conversar com as pessoas e mostre o que vem te aborrecendo. De uma maneira mais radical, procure outro campo que possa desafiá-lo. Desafiar-se pode ser mais benéfico do que imaginamos.

Dedique parte do seu tempo a tarefas menores

Segundo uma pesquisa realizada na Universidade da California, trabalhos considerados mais “bestas” nos fazem bem. Ocupar o tempo com obrigações que exigem menos trabalho mental é considerado satisfatório, trazendo ao funcionário a sensação de sucesso ao longo do dia. Então tire da frente tudo aquilo que você vem adiando há muito tempo e aumente sua produtividade.

Tome um drinque na hora do almoço
Sim, a gente sabe muito bem que não é fácil assim conseguir sair para tomar uma coisinha na hora do almoço. Mas talvez se apresentar esse estudo aqui para seu chefe até ele queira te acompanhar. Brincadeiras à parte, relaxar pode fazer bem ao seu processo criativo, por isso invista em brainstormings pós almoços fora do bandejão e quem sabe você não se dá bem?

Cheque o seu Facebook

Agora que já tomou seu copo de cerveja no almoço, que tal fuçar o Facebook alheio por duas horas seguidas? Não, não é bem assim. Mas parece que esse estudo da Microsoft mostrou que 46% das pessoas que participaram disseram que as redes sociais melhoraram sua produtividade no trabalho. Além de relaxar, as redes podem facilitar a comunicação entre funcionários e monitoramento das ações de empresas rivais.

Use a Internet ao seu favor

Da mesma forma que a rede pode ajudar, ela pode atrapalhar... e muito! Então aproveite algumas ferramentas disponíveis na internet para auxiliar durante o seu dia de trabalho. O Cold Turkey, por exemplo, permite o bloqueio de todos os sites que você considerar distrações pelo tempo que determinar. Outra dica é o Unroll Me, um site que facilita a organização dos milhares de emails que você recebe por dia.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Segundo homem mais rico do mundo acha que trabalhar três dias por semana é suficiente

Tempo para descanso e outras atividades pode ajudar no rendimento, diz Carlos Slim



Você acha que trabalha demais? Acredita que faria muito mais se tivesse mais tempo para descansar? Não veria problema algum se o fim de semana tivesse quatro dias? Como você deve imaginar, você não está sozinho. Aliás, está muito bem acompanhado.
Em entrevista ao Financial Times, Carlos Slim, o segundo homem mais rico mundo, afirmou que trabalhar três dias por semana é suficiente. Para o engenheiro, dono de 43% da América Movil (Claro, Embratel, Net, etc.), bastaria uma troca nas horas de trabalho para que isso pudesse dar certo. Segundo Slim, trabalhar 11 horas por dia, três vezes por semana e durante mais anos garantiria à pessoa uma vida mais tranquila, gerando um maior nível de produtividade.

“As pessoas precisariam trabalhar por mais anos, talvez até os 70 ou 75, mas apenas três vezes por semana. Assim teríamos mais tempo para relaxar, tendo maior qualidade de vida. Os quatro dias restantes seriam muito importantes para curtir outras atividades e também para ocupar nosso tempo de outra maneira”, afirma o mexicano de 74 anos que, durante cinco anos, foi o homem mais rico do mundo.

Baseado nisso, Slim possibilitou aos seus funcionários da Telmex a chance de trabalhar com essa política. Para os funcionários que entraram na empresa quando adolescentes, ficou definido que poderiam se aposentar aos 50 anos trabalhando quatro dias por semana, ganhando o mesmo que costumavam receber.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

5 truques de linguagem corporal pra fazer as pessoas irem com a sua cara

Quer esbanjar simpatia, conseguir novos amigos e ser mais querido no trabalho (até pelo chefe)? Leia essa lista



Um dos meus TEDs favoritos é sobre linguagem corporal: nele, a cientista social Amy Cuddy explica como a linguagem corporal pode ajudar a mudar a nossa vida e o mundo ao nosso redor. Ela mostra como pesquisadores descobriram que linguagem corporal não é só uma manifestação do que queremos dizer, mas também pode fazer o caminho inverso: o corpo produz reações psicológicas que equivalem aos gestos que nós expressamos. Ou seja: mudar sua postura pode melhorar sua auto-confiança, por exemplo.
A linguagem corporal pode, também, mudar a maneira como os outros te percebem. E pequenos truques podem ser suficientes para causar boa impressão, parecer super simpático e fazer as pessoas irem com a sua cara sem muito esforço. Traduzimos algumas dicas que foram dadas ao site Entrepeneur.com por Leil Lowndes, autora de um livro sobre relacionamentos pessoais e linguagem corporal:
100% de atenção Lowndes diz para dar 100% de atenção quando conhecer uma pessoa nova. Para isso, você deve virar todo seu corpo em direção a pessoa e dar a ela a mesma atenção exclusiva que você daria a um bebê, por exemplo. Isso a fará sentir muito especial.
Espere para sorrir (só um pouquinho) Lowndes diz que você não deve sorrir imediatamente ao conhecer alguém. O ideal é fazer contato visual primeiro e sorrir depois de uma fração de segunda. Isso dará à pessoa a impressão que o sorriso foi sincero e personalizado só pra ela, e vai mudar de cara a maneira como a pessoa lhe percebe.
Olhos colados Mantenha contato visual com quem você está conversando mesmo depois que a pessoa parar de falar. Quando for desviar o olhar, faça isso devagar, relutantemente. Uma técnica que tem o mesmo efeito prático é contar quantas vezes seu interlocutor pisca durante a conversa (mentalmente, claro; não vá bancar o louco). Se você estiver particularmente interessado em alguém em um grupo - sejam interesses profissionais, pessoais ou românticos - você deve olhar pra essa pessoa de vez em quando, mesmo se ela não estiver falando. Vai mostrar que você está interessado nas reações dela. Mas cuidado pra não parecer esquisito ou sufocar a pessoa - a ideia, na verdade, é que você confira a reação da pessoa quando o interlocutor levantar questões interessantes, por exemplo.
Todo mundo pode ser um velho amigo Se estiver muito nervoso sobre conhecer alguém novo em qualquer contexto, tente imaginá-lo como um velho amigo (literalmente imagine algum velho amigo seu no lugar da pessoa e se concentre em como você reagiria ao encontrá-lo). Precisa ser alguém que você conhece há algum tempo e com quem se sinta 100% a vontade. Só sua antecipação para encontrar alguém próximo vai mudar seu corpo e postura corporal e vai te fazer lidar com mais tranquilidade com o estranho.
Pare quieto O primeiro passo para transmitir confiança e lealdade é não se mexer muito. Balançar os pés, as mãos, a cabeça ou coçar o rosto, por exemplo, podem dar a outra pessoa a impressão de que você está ansioso (e, portanto, mentindo).

sábado, 19 de julho de 2014

25 perguntas estranhas feitas por empresas na hora da entrevista de trabalho

Num processo de recrutamento e seleção, a seriedade é essencial – mas para alguns analistas de RH também vale “algumas estranhezas”




A comunidade americana para vagas de emprego Glassdor faz, todo ano, um compilado com as perguntas mais “exóticas” feitas por empresas durante suas entrevistas de trabalho. Elas podem ser estranhas, mas estão lá por um motivo. “Elas são para testar o pensamento crítico dos candidatos, ver como eles conseguem pensar em um problema em voz alta, solucioná-lo e sair com a melhor alternativa”, explica Scott Dobroski, um dos especialistas da Glassdor em entrevista para o site da revista Fast Company.

A lista foi feita com feedback dos membros da comunidade. A seguir você confere todas elas e as respectivas empresas que as fizeram.
1. “Se você tivesse que fazer um desfile no escritório da Zappos, que tipo de parada seria?” – The Zappos Family, em entrevista para vaga do time de lealdade do consumidor.
2. “Quão sortudo você é e por quê?” – Airbnb, em entrevista para vaga de administrador de conteúdo.
3. “Se você fosse um entregador de pizza, como você se beneficiaria de uma tesoura?” – Apple, em entrevista para vaga em uma de suas lojas.
4. “Se você pudesse cantar uma música no American Idol, qual seria?” – Red Frog Events, em entrevista para vaga de coordenador de eventos.
5. “Você é mais um caçador ou colhedor?” – Dell, em entrevista para vaga de gerente de conta.
6. “Se você estivesse em uma ilha e pudesse levar três objetos, quais seriam?” – Yahoo!, em entrevista para vaga de analista de qualidade em busca.
7. “Se você fosse uma caixa de cereais matinais, qual você seria e por quê?” – Bed Bath & Beyond, em entrevista para vaga de associado em vendas.
8. “Você acredita no Pé Grande?” – Norwegian Cruise Line, em entrevista para vaga de coordenador de marketing do cassino.
9. “Por que a bola de tênis é felpuda?” – Xerox, em entrevista para vaga de gerente de clientes.
10. “Qual aspecto da humanidade é o seu menos favorito?” – ZocDoc, em entrevista para vaga de associado de operações.
11. “Como você usaria o Yelp para achar o número total de empresas nos Estados Unidos?” – Factual, em entrevista para vaga de engenheiro de software.
12. “Quão honesto você é?” – Allied Telesis, em entrevista para vaga de engenheiro de software.
13. “Quantos metros quadrados de pizza são comidos nos Estados Unidos anualmente?” – Goldman Sachs, em entrevista para vaga de analista de programação.
14. “Você consegue ensinar uma pessoa a fazer uma cartomante de papel apenas com palavras?” – LivingSocial, em entrevista para vaga de advogado de clientes.
15. “Se você tivesse 80 anos, o que você contaria para suas crianças?” – McKinsey & Company, em entrevista para vaga de associado.
16. “Você é uma nova adição à caixa de giz de cera, qual cor você seria e por quê?” – Urban Outfitters, em entrevista para vaga de associado de vendas.
17. “Como a internet funciona?” – Akamai, em entrevista para vaga de diretor.
18. “Se um filme sobre sua vida fosse produzido, quem te interpretaria e por quê?” – SinglePlatform, em entrevista para vaga de consultor interno de vendas.
19. “Qual é a cor do dinheiro?” – American Heart Association, em entrevista para vaga de gerente de projetos.
20. “Qual foi o último presente que você deu para alguém?” – Gallup, analista de dados.
21. “Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu com você recentemente?” – Applebee’s, em entrevista para vaga de barman.
22. “Quantas pás de neve foram vendidas nos Estados Unidos no último ano?” – Taser - em entrevista para vaga no programa de desenvolvimento de lideranças.
23. “É quinta-feira: estamos te indicando para um projeto de telecomunicações na cidade de Calgary, no Canadá, na segunda. Seu voo e hotel estão agendados; seu visto pronto. Quais são as primeiras cinco coisas que você faz antes de partir?” – ThoughWorks, em entrevista para vaga de consultor júnior. 
24. “Descreva para mim o processo e os benefícios de usar o cinto de segurança.” – Active Network, em entrevista para vaga de especialista em aplicações para o cliente.
25. “Você já esteve em um barco?” – Applied Systems, em entrevista para vaga de  designer gráfico.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Um cochilo pode dobrar sua produtividade

Neurologistas apontam que uma soneca ideal deve durar entre trinta e quarenta minutos, tempo suficiente para que o organismo restaure a função cerebral


Todos os problemas comuns do estilo de vida moderno tendem a atrapalhar a conquista de uma boa noite de sono. Engarrafamentos, estresse, problemas na família, trabalho exigente, alimentação desregrada e até o sedentarismo são os inimigos-chave de horas bem dormidas.
Quando as pessoas encontram-se sonolentas, seu ritmo de trabalho diminui muito, a atenção não é a mesma e a execução de tarefas pode se tornar maçante e até perigosa. Será que uma boa soneca pode diminuir esses danos e melhorar o humor e a energia para o resto do dia? É o que vamos tentar responder a seguir.

O sono ideal

Cada pessoa tem suas necessidades, seu ritmo, seu estilo de vida e, portanto, seu tempo ideal de sono. Isso pode variar com a idade, tipo de trabalho, prática ou não de esportes e pela própria individualidade genética do indivíduo. Mas muitos estudos mostram que entre seis horas e meia e sete horas e meia de sono por dia é a faixa ideal para uma saúde perfeita. Esse é o tempo necessário para que o organismo se recupere, exerça suas funções fisiológicas que só são possíveis durante o sono e a mente descanse.
Esse longo tempo dormindo é, muitas vezes, uma missão impossível para certas pessoas. O sono bate forte durante o dia, especialmente após o almoço e no final da tarde. Algumas pessoas fazem de tudo para evitá-la: tomam energéticos, café e lavam o rosto. Mas será que devemos fugir mesmo desse tempinho de sono ou nos entregar a um bom cochilo?

A soneca pelo mundo!

Em muitas culturas é absolutamente comum tirar um cochilo durante a tarde. Em alguns países, como a Espanha e o Itália, não é raro ver o comércio fechar suas portas após o horário de almoço para a hora da “sesta”. Lá, os benefícios dessa soneca programada são conhecidos há gerações e não há nada de mal visto nesse hábito.
Após grandes refeições, o sangue é direcionado para a digestão. Isso faz com que o fluxo sanguíneo esteja menos disponível para outras áreas, inclusive o cérebro. Essa é a explicação básica para a sonolência nesse período e o porquê da vontade quase incontrolável de um cochilo após a refeição.
Várias empresas ao redor do planeta, especialmente em países de primeiro mundo, têm adotado salas de cochilos e relaxamento. Estudos mostram que após esse período de descanso, o rendimento dos funcionários tende a subir substancialmente. Na China, interromper o trabalho para uma soneca é um direito constitucional do trabalhador.
Quando estive em Taiwan, me contou um executivo de uma fábrica OEM, que após o almoço a luz do escritório é desligada, todas as janelas fechadas e cada funcionário cobre-se com um manta na própria cadeira do escritório e assim ficam por 30 minutos. Segundo ele, isso faz toda a diferença para uma tarde super produtiva.

Principais benefícios

Dormir por um curto período durante o dia, especialmente após uma grande refeição, restaura a energia e a concentração. Melhora o rendimento nos estudos e no trabalho, afastando a nefasta sonolência que tanto atrapalha o rendimento. O sistema cardiovascular também é beneficiado, pois a “sesta” acalma o indivíduo e o deixa menos estressado.
Esse hábito também pode melhorar a fixação das memórias de longo prazo e até prevenir a obesidade, pois regula os hormônios relacionados à saciedade.

Um cochilo na hora certa pode salvar o seu dia!

Neurologistas apontam que uma soneca ideal deve durar entre trinta e quarenta minutos. Esse tempo é suficiente para que o organismo restaure a função cerebral. Abaixo disso, o tempo não é suficiente para o descanso. Acima desse período, você pode ter um efeito negativo, pois pode entrar num círculo vicioso e prejudicar seu sono noturno.
Além disso, se você entrar em sono profundo durante o dia pode ter a liberação de hormônios prejudicada à noite, pois muitos dos hormônios secretados enquanto dormimos são liberados no sono noturno. Portanto, faça uso de um cochilo bem programado, mas não ultrapasse esse tempo para não se prejudicar ainda mais.

Conclusão

O hábito de tirar um cochilo deve ser visto com outros olhos por nós. É cada vez mais consenso no meio científico que esse hábito tão comum em muitas culturas deveria ser adotado por todos. Afinal, ele traz inúmeros benefícios, especialmente para quem não dorme tão bem à noite.
Gostaria de conhecer alguma empresa ou startup brasileira que adote esta cultura, alguém conhece?

segunda-feira, 14 de julho de 2014

7 regras para conseguir o emprego dos sonhos

Como negociar para conseguir a melhor vaga de emprego possível? Diante de possibilidades e propostas de trabalho, saiba como agir para alcançar suas demandas e a realização profissional



Negociar propostas de emprego não é uma tarefa fácil, nem muito confortável, mas necessária. Imagine a seguinte situação: você está em processo seletivo para um emprego interessante, mas foi abordado sobre uma possibilidade de trabalho em uma empresa que você admira ainda mais. O chefe de RH desta segunda empresa lhe pergunta abertamente: "Temos alguns candidatos, mas gostamos de você. Se fizermos uma oferta competitiva, você aceitará?".
Ou, por exemplo, você aceitou uma proposta de emprego com o seu perfil, em um ambiente que você gosta, mas o salário não é o que você esperava. Seu futuro chefe deixa claro que a cultura da empresa não permite um salário maior naquele momento e pergunta se você só vai aceitar a oferta se o retorno financeiro for maior. O que fazer?
Outro cenário: você trabalha em uma empresa há alguns anos e está feliz, mas recebe propostas que oferecem maior compensação financeira; você não quer deixar seu emprego atual, mas espera um retorno justo ao trabalho que desenvolve. Como negociar com seu chefe sem criar tensão?
Cada uma das situações descritas tem suas dificuldades peculiares. O que elas têm em comum é a necessidade de certas habilidades de negociação por parte do profissional.
Pensando nessa demanda, a revista Harvard Business Review (da Faculdade de Administração de Harvard), edição de abril de 2014, traz uma matéria que elenca 15 regras para a negociação de ofertas de emprego. O autor do texto, o professor de Administração Deepak Malhotra, acredita que essas habilidades e regras precisam ser ensinadas e discutidas em sala de aula, de forma que os atuais estudantes se tornem profissionais capazes de aplicar estratégias e táticas eficazes ao negociar com seus empregadores (lembrando que esse conjunto de habilidades pode ser usado em outros tipos de negociação).
O Administradores.com escolheu sete dessas regras para compartilhar aqui. Confira:
1. Não subestime a importância da amabilidade
Isso não tem a ver somente com educação, mas com como você lida com tensões que inevitavelmente surgirão em uma negociação. Se uma empregador está disposto a negociar é porque o interesse é genuíno; o cuidado que deve ser tomado se relaciona a manter este interesse vivo. Buscar não parecer ganancioso enquanto pede o que você deseja e acha que merece, apontar os problemas da proposta de forma de forma clara, mas sem mesquinharias e ser persistente sem ser irritante são qualidades que alimentarão o interesse do empregador ao invés de aniquilá-lo.
É importante também deixar claro que você está disponível para a empresa, e que a oferta realmente está sendo considerada. Se o empregador se dispõe a conversar sobre salário e forma de trabalho, mas o potencial empregado parece querer apenas material para levar a outra empresa para conseguir alguma vantagem, em algum momento ele se cansará. Se seu interesse pela vaga é verdadeiro, não esconda isso. O equilíbrio entre falar a verdade, argumentar seu merecimento e não soar prepotente é a chave nesse caso. Deepak Malhotra aconselha treinar entrevistas com amigos, para identificar se você está soando arrogante, invasivo ou irritante.
2. Faça-os entender porquê você está pedindo o que está pedindo
Não apresente apenas uma proposta financeira, como por exemplo, "quero um aumento de 15%". É preciso explicar, criar um argumento que suporte o seu pedido. Se você quer maior flexibilidade com relação ao horário de trabalho, compartilhe que acabou de ter um bebê e trabalhar de casa uma ou duas vezes na semana pode facilitar sua vida. Se o desejo é o aumento do salário, fale sobre o tempo que você dedica àquela empresa, sobre o aumento de suas responsabilidades e evolução da sofisticação que suas atividades sofreram ao longo do tempo. Se você não tem reais justificativas para a sua demanda, apenas dizer que você é valioso e por isso merece um aumento talvez tenha o efeito contrário ao que você espera. É essencial, nesse sentido, pensar bem sobre o quê e como falar, tendo em mente sempre que é preciso cultivar no empregador o interesse, sem, ao mesmo tempo, deixar de explicar porque você quer o que você quer.
3. Entenda quem está do outro lado da mesa
Malhotra diz: "empresas não negociam, pessoas sim". Antes de tentar influenciar alguém, é preciso conhecer a pessoa e buscar entendê-la. Um chefe de RH, por exemplo, pode não estar disposto a abrir precedentes para atender às suas demandas, pois ele é o responsável por lidar com contratações em várias circunstâncias. Se quem está lidando com a sua proposta é alguém que ocupa uma posição de prospecção, o chefe da empresa, ou do departamento no qual você potencialmente trabalhará, pode ser bom tomar liberdades e fazer pedidos: como essa pessoa se beneficiará do seu trabalho, há mais chances de conseguir o que você quer. Lembre também das limitações do seu empregador em potencial; se a empresa está contratando dez pessoas para funções similares, talvez não haja muita flexibilidade quanto ao salário, o que não quer dizer que não existe essa flexibilidade em outras áreas. Cabe a você encontrar as brechas ou perceber a falta delas.
4. Prepare-se para perguntas difíceis
"Você tem outras propostas? Somos a sua primeira opção? Se fizermos uma oferta amanhã, você aceitará?". Esses são questionamentos difíceis que podem surgir na negociação, e é preciso se preparar para eles. O conselho de Malhotra é sempre dizer a verdade, por questões éticas e também para que o negociante não se complique depois. O objetivo aqui é se preparar para responder honestamente essas perguntas difíceis, sem se tornar indesejável ou dar muito poder à outra parte ou desistir de pontos importantes para você.
Mesmo se com preparação surgirem perguntas inesperadas, lembre-se: a questão não é a pergunta em si, mas a intenção do empregador. Ele está tentando descobrir algo sobre você com as perguntas, e, se mesmo desconfortável, você buscar entender o que ele precisa saber, mostrando-se disposto a ajudá-lo, a conversa será franca e menos tensa.
5. Considere o todo
Negociar uma proposta de emprego não se trata apenas de negociar salário; é preciso observar o todo. Se em um emprego se ganha menos mas há oportunidades para estudo regular, ou outras vantagens como flexibilidade nos horários de trabalho, alinhamento de perfil com a vaga, e a possibilidade de crescimento por meio de plano de carreira ou mesmo pelo potencial que o trabalho a ser desenvolvido apresenta, talvez o salário, apenas, não seja o mais importante. Ao pesar uma oferta de trabalho contra a outra, considerar o todo e as vantagens em longo prazo são o que recomenda o professor. Tendo isto em mente, já que o foco não é apenas o dinheiro, é preciso levar todas as suas demandas de uma vez só para o empregador e deixar claro quais são mais importantes. Essa informação o ajudará a tentar conseguir aquilo que faria você aceitar a oferta da empresa.
7. Evite ultimatos e mantenha-se paciente
Evite dar e receber ultimatos, eles podem passar uma impressão errada. Se você se deparar com um por parte da pessoa com quem está negociando, encontre a forma de desviar-se dele. Ignore a máxima e proponha situações similares. Se o ultimato for realmente um reflexo da realidade do empregador, você saberá mais para frente, e poderá tomar uma decisão. Mas isso só acontecerá se você permanecer calmo e paciente. Isto vale também para a demora do processo de negociação. Ligar muitas vezes, demonstrar raiva ou frustração são comportamentos a serem evitados. Mantenha o contato, e tenha em mente que a demora não é porque a empresa está brincando com você, mas provavelmente porque estão estudando uma forma de atender suas demandas. Se quiser entrar no assunto, pergunte o que você pode fazer para acelerar o processo e como pode ajudá-los; esta atitude será mais produtiva.
8. Permaneça na mesa e cultive um senso de perspectiva
Permanecer na mesa quer dizer continuar disponível e disposto a negociar. Se você não conseguiu o que queria uma primeira vez, não quer dizer que não poderá alcançá-lo na segunda ou terceira tentativa. Interesses e limitações podem mudar com o tempo. Cultivar um senso de perspectiva, portanto, é essencial tanto para não engavetar propostas, como para tomar as decisões certas, inclusive em meio a muitas ofertas de emprego. O que Deepak Malhotra considera a regra mais importante é justamente o senso de perspectiva: não adianta ser um ótimo negociador se você não estiver negociando com as pessoas certas e lutando pelas propostas de emprego que, considerando o todo - ambiente de trabalho, perfil, vantagens, possibilidade de crescimento - serão as que lhe trarão maior satisfação pessoal e profissional.