Neurocientista responde críticas sobre a tímida aparição do exoesqueleto: 'FIFA deveria responder pela edição das imagens'
Chute de Juliano Pinto, de 29 anos, ganhou pouco destaque na TV (Foto: Reprodução)
A espera foi grande. Após meses de
destaque em diversos veículos de imprensa por todo o mundo, o público
esperava mais do que os poucos segundos que a Fifa exibiu do experimento
de Miguel Nicolelis.
O cientista brasileiro é o responsável pelo exoesqueleto que fez um
jovem paraplégico dar o pontapé inicial do torneio nesta quinta-feira,
12, na Arena Corinthians. O problema? A federação não deu muito destaque
ao chute — exibiu apenas 5 segundos:
Nas redes sociais, as pessoas lamentaram a falha. O deputado federal
Romário (PSB-RJ), que é ex-jogador, descreveu o episódio como uma "bola
fora". "Desejo sucesso ao neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e
toda sua equipe", publicou. "Esperamos ansiosamente que, em breve tempo, o exoesqueleto possa ser comercializado. "
A Fifa não deu muito destaque ao chute — exibiu apenas 5 segundos
"Resumo: um brasileiro, portador de paralisia de mais da metade corpo,
realizou um chute c/ um exo sob controle do cérebro e sentiu o chute", concluiu
o cientista em outro tuite. Segundo ele, reclamações sobre a exibição
devem ser endereçadas à Fifa. Nicolelis afirmou que a entidade deveria
responder pela edição das imagens. "O que foi prometido, foi entregue.
Depois de 17 meses de trabalho insano, a missão foi cumprida
integralmente", escreveu.









0 comentários:
Postar um comentário