Pesquisa revela que 58% dos jovens estudantes e recém-formados desejam trabalhar na empresa; em segundo lugar fica a Petrobras
De acordo com os resultados da 13ª Edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, realizada pela consultoria Cia de Talentos e a especialista em pesquisa Nextview People, a Google ocupa o primeiro lugar no ranking brasileiro como Empresas dos Sonhos dos jovens. O segundo lugar volta a ser da estatal Petrobras, que foi a primeira colocada nos dois anos anteriores. A “disputa” entre Google e a Petrobras pelas primeiras posições vem acontecendo desde 2008.
Nesta edição, a pesquisa foi respondida por aproximadamente 52 mil jovens brasileiros estudantes e recém formados - entre 17 e 26 anos, e traz conteúdo sobre o que pensam a respeito de companhias, liderança, mercado de trabalho e carreira. Este ano a pesquisa mostra que, para os jovens, fazer escolhas não é algo simples. “Vivemos em um mundo em constante transformação e nenhuma escolha será permanente. Antes o jovem tinha mais clareza do que seria da sua carreira ao terminar uma graduação, que era o principal pilar de uma vida profissional. Hoje ele sabe que durante os quatro ou cinco anos do curso, surgirão e deixarão de existir muitas possibilidades de trajetória. Por isso, eles têm sede constante por novos aprendizados e valorizam organizações que lhes proporcionem um contexto em que possam se ‘reinventar’ a cada dia” – diz Maíra Habimorad, presidente da Cia de Talentos.
Abaixo veja o ranking da Empresa dos Sonhos – elaborado por meio de uma pergunta aberta e sem alternativas:
Alguns destaques
- Odebrecht desde 2011 vem crescendo sua visibilidade entre os jovens - agora ocupa o terceiro lugar.
- PWC - estreante em 2013, pulou do nono para o sexto lugar.
- Vale e Ambev permanecem neste ranking desde 2009 e Itaú desde 2008.
- Apple e P&G estreiam neste ranking.
Motivos de escolha das empresas dos sonhos
A quantidade de jovens que sonham trabalhar em uma companhia específica vem decrescendo ano a ano: era de 77% em 2012, passou para 60% em 2013 e agora está em 58%. Os jovens ‘descontentes’ – os que não têm uma Empresa dos Sonhos - dizem que para ocupar um lugar especial em seus sonhos uma organização deveria oferecer possibilidade de conciliar a vida pessoal e profissional e ter bons relacionamentos no trabalho.
Já os participantes da pesquisa que apontam ter uma empresa dos sonhos dizem que tê-la escolhido por acreditarem que ela proporcione oportunidades de desenvolvimento profissional, desafios constantes e possibilidade de fazer o que gosta, além de trabalhar para uma marca inovadora com boa imagem no mercado.
Entretanto, para os jovens, algumas empresas têm aspectos mais marcantes. 29% dos jovens que indicaram o Google apostam que nela teriam oportunidades de vivenciarem uma carreira internacional. O que chama a atenção dos que admiram a Petrobras é a estabilidade do emprego - 40% a escolheram por isso. Já no caso da PWC, 71% dos que sonham trabalhar nela acreditam que ofereça um aprendizado profissional. Mas, quando o assunto é credibilidade no mercado, 59% dos que querem uma oportunidade na Nestlé lembraram dela por este motivo. E a Apple é referência em inovação para 69% dos que gostariam de atuar nela.
O alinhamento com a cultura da empresa também é um dos principais aspectos avaliados no momento de escolha por uma oportunidade profissional. “Quando os jovens são contratados por uma organização, é comum passarem por um período de integração, momento este dedicado para apresentar também seus valores. Porém, este dado é mais relevante se for conhecido pelos jovens antes de decidirem se aceitam ou não uma proposta de trabalho.” – esclarece Danilca Galdini, sócia-diretora da Nextview People. Tanto é que 70% destes jovens dizem ter alguma referência sobre os valores e as crenças das organizações que admiram. Reconhecimento profissional, sustentabilidade, foco em pessoas e qualidade são as características que mais chamam a atenção destes jovens.
Para assistir um vídeo com os resultados completos desse estudo, acessewww.ciadetalentos.com.br/esj .










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