Pages

Ads 468x60px

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Labels

Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Conheça as 18 melhores universidades do Brasil

Os EUA lideram o ranking mundial feito pela CWRU, com 221 instituições listadas entre as mil




O Center for World University Rankings, em tradução livre, Centro para Rankings Mundiais Universitários (CWUR), organização que realiza pesquisas comparativas entre instituições de ensino superior, divulgou sua lista das mil melhores universidades do mundo. Dentre elas, 18 são instituições brasileiras. As cinco primeiras no ranking mundial são três universidades dos EUA e duas do Reino Unido, sendo elas, respectivamente, Universidade de Harvard, Universidade de Stanford, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (dos EUA) e as universidades de Cambridge e Oxford (do Reino Unido). A primeira instituição não norte-americana nem britânica é a Universidade de Kyoto, do Japão, 16ª na lista.
As instituições brasileiras que figuram no ranking estão localizadas, majoritariamente, nas regiões Sul e Sudeste do país.
Confira a lista abaixo:
Apenas três instituições da região Nordeste foram incluídas na lista, todas federais: a da Bahia, do Ceará e de Pernambuco. As outras instituições são todas das regiões Sul e Sudeste, com exceção da Universidade de Brasília. Somente o estado de São Paulo tem seis das 18 melhores brasileiras. Outras três estão no Rio de Janeiro. 

Critérios

A pesquisa analisa vários aspectos para estabelecer o ranking. No site da CWRU a metodologia utilizada é explicada em detalhes, mas, de forma resumida, pode-se dizer que os pontos principais que o estudo busca analisar são a qualidade da educação e treinamento oferecidos aos estudantes, o prestígio e notoriedade dos docentes no meio acadêmico (através do escrutínio de sua produção acadêmica e qualidade de pesquisas), além do nível de pesquisa e inovação de cada instituição, de forma generalizada.
A lista, em relação às Américas, é impressionante no que diz respeito à hegemonia absoluta dos Estados Unidos frente aos outros países, com 221 universidades listadas. O primeiro país a aparecer depois dos EUA e do Canadá é o Brasil, com a USP, que figura na posição 131, a melhor da América Latina.
Em relação aos Brics, o Brasil fica atrás de Rússia, China e África do Sul, na ordem de universidades. Em quantidade de instituições no ranking, porém, só perde para a China, que coloca 84 instituições na lista.
Para conferir a lista completa, acesse o site clicando aqui.

domingo, 20 de julho de 2014

Quem não leva a sério a preparação de algo está se preparando para o fracasso: O caso da Seleção Brasileira

O maior vexame e humilhação do futebol brasileiro foi fruto de uma péssima preparação e de uma execução igualmente catastrófica. Mas ainda resta o controle e avaliação, e é nesta etapa que se realizam aprendizados, corrigem-se os erros e se projeta o futuro



A frase título deste artigo é de Benjamin Franklin, foi dita por volta de 1750 e tem validade para nações, empresas, pessoas e times de futebol. Mas o que deve ser entendido é que a preparação é uma fase do processo administrativo que visa à obtenção de resultados, e que é constituído por três etapas: preparação, execução e controle e avaliação, ou seja, antes, durante e depois da Copa.
O maior vexame e humilhação do futebol brasileiro foi fruto de uma péssima preparação e de uma execução igualmente catastrófica. Mas ainda resta o controle e avaliação, e é nesta etapa que se realizam aprendizados, corrigem-se os erros e se projeta o futuro. Portanto, a grande questão é saber se esta etapa será feita com maior qualidade ou se serão cometidos e repetidos os mesmos erros que fizeram com que as etapas de preparação e execução redundassem num completo fiasco. E neste caso, o ciclo da derrota estará completo, pois a mais completa das derrotas é quando não se aprende nada com o fracasso. E tudo deve começar com um ótimo diagnóstico para que se evitem conclusões simplórias e equivocadas e, pior do que isto, se deem soluções que apenas vão agravar o problema. Em suma, é preciso seguir o processo de solução de problemas, que vale para a administração, medicina, engenharia, time de futebol, ou seja lá para o que for.
Mas para que se possa compreender melhor as etapas do processo administrativo, vamos precisar recorrer a Peter Drucker, o chamado guru dos gurus da administração. Drucker tinha a grande virtude de ser simples e saber ver o óbvio. Assim, constatou que “o produto final do trabalho de um administrador são decisões e ações”, e se decide e age na preparação, na execução e no controle e avaliação. E existem muitos pecados capitais, que fazem com que o processo de decisão e ação redunde em completo fiasco, entre eles os seguintes:
1. Análise superficial em que não se buscam todos os fatos e não se compreende adequadamente a situação, produzindo a chamada avaliação precipitada. E a regra básica é: primeiro compreender e só depois encontrar a solução;
2. Tomada de decisão apressada, sem que se estude as alternativas existentes, desconsiderando-se que toda alternativa tem pontos fortes e pontos fracos e que uma solução é tão boa quanto a melhor alternativa que se conseguiu encontrar. Igualmente não se definem ou se define equivocadamente os critérios que devem embasar a decisão;
3. Justificativa e defesa cega da decisão tomada e dos erros cometidos. E aí vamos ter explicações, entre outras, como a do apagão de 10 minutos ou da falta de humildade, na base de que a versão é mais importante que os fatos.
Assim, vamos nos deter em alguns pontos fundamentais do processo administrativo.

1) A PREPARAÇÃO

Algo básico para uma boa preparação é uma visão holística ou sistêmica, que se opõe às visões fragmentadas ou parciais. Portanto, é preciso identificar todos os fatores necessários e suficientes para que se tenha sucesso a começar por um ótimo checklist, também conhecido como mecanismo à prova de bobeira. E uma coisa básica é a liderança e, no caso de um time de futebol, o treinador. Escolher um treinador inadequado é como uma empresa que escolhe um mau CEO, ou executivo chefe. E um mau CEO pode levar uma empresa à falência, da mesma forma que um treinador inadequado pode levar um time de futebol para derrotas humilhantes.
Uma boa preparação está baseada em dois pontos:
1. No conhecimento dos princípios básico da excelência
2. Na aplicação efetiva destes princípios, em função das competências individuais e de equipe
Alguns princípios básicos da excelência em futebol:
• Princípio Fundamental: defesa brilhante, ataque fulminante
Times que só pensam no ataque podem ter surpresas muito negativas. Um dos maiores exemplos foi a seleção húngara que disputou a Copa de 1954, que tinha entre outros craques, Puskas. O time dava goleadas impressionantes, mas na última partida foi derrotado pela Alemanha por 3x2, mesmo tendo começado vencendo por 2x0. Alias foi o mesmo placar do jogo com que o ótimo time do Brasil foi derrotado pela Itália em 1982. Igualmente, não adianta ficar só se defendendo sem preocupação com o ataque, algo que se vê em muitos times que querem apenas manter um resultado favorável e que acabam sendo derrotados;
• O resultado depende da inteligência competitiva
E para isto é necessário harmonizar os talentos individuais com a competência de equipe e com o conhecimento do adversário. Vale lembrar Sun Tzu: “Se você conhece o inimigo e a si próprio, não é preciso temer nenhuma batalha; se você conhece a si mas não conhece o inimigo, para cada vitória haverá uma derrota; se você não conhece nem a si nem o inimigo, você irá sucumbir em todas as batalhas”.
O que deve ser entendido na etapa de preparação é que devem ser convocados os jogadores que estiverem nas melhores condições no momento em que a Copa for acontecer. Assim, é um erro convocar um jogador pelo fato dele ter sido campeão na Copa das Confederações, ainda mais que se sabe que até o presente, nenhuma seleção vencedora desta Copa foi campeã do mundo. Portanto, é preciso convocar os 23 jogadores que possam estar na melhor forma e Felipão chegou a admitir que errou na convocação de pelo menos um. Seria tão somente um ou é difícil admitir que outros erros foram cometidos? E uma das características de um bom líder é identificar e resolver o problema chave e tomar a decisão certa, mesmo que seja a mais difícil e dolorosa. Assim, não se pode convocar um jogador que tenha caído radicalmente de produção alegando sentimento de lealdade pelo fato do jogador ter feito parte da equipe que venceu a Copa das Confederações.
• Sempre existe risco
Como disse o Prêmio Nobel Ilya Prigogine, “a era da certeza acabou”. Portanto, uma equipe deve estar preparada para o que der e vier. Preparar uma equipe pressupondo que “na hora o Neymar vai resolver tudo” é desconhecer que mesmo os maiores craques têm seus momentos ou mesmo dias de perna de pau e acabam cometendo erros incríveis. Além disto, podem se lesionar, como foi o caso de Pelé na Copa de 1962.
• Time que está ganhando se mexe ou não
Tudo depende das circunstâncias, do momento, do adversário e do estado físico, mental e emocional dos jogadores
• O princípio da equifinalidade. Existem muitos caminhos que levam à Roma
Assim sendo, existem cinco palavras fundamentais que são: perceber, compreender, avaliar, decidir e agir. E um bom treinador deve estar atento aos sinais.
ortanto, técnico que só percebe a tempestade quando ela já passou ou que não sabe o que fazer durante as circunstâncias do jogo, não pode ser técnico da seleção.
Sem muito treino, e treino inteligente, não se adquire ou se mantém competência
E duas coisas são importantes: primeiro, o local da concentração e preparação. Segundo, o tempo de preparação. Em 1950 uma das razões do fracasso brasileiro foi que na partida final contra o Uruguai, a concentração da seleção havia virado um palco de exibição de políticos, artistas e torcedores. E este mesmo erro foi repetido em outras ocasiões. Os jogadores precisam estar focados na competição. O tempo de preparação deve ser de aproximadamente dois meses. Exceção pode ser feita quando a seleção é formada basicamente por jogadores de um ou dois times. As seleções brasileiras de 1958 e 1962 tinham na sua espinha dorsal jogadores do Botafogo e do Santos. A seleção espanhola de 2010 era formada por jogadores do Barcelona e do Real Madrid. A seleção alemã de 2014 teve como base jogadores do Bayern de Munique, o mesmo time que, diga-se de passagem, havia sido goleado pelo Real Madrid na semifinal da Liga dos Campeões. Perdeu de 4 x 0.

2) A EXECUÇÃO

A fase de execução começou com o início dos jogos da Copa. E aí surge a questão das características de um bom técnico. Há quem diga que precisa ser um estudioso, conhecer bem o futebol disputado em outros países e estar atualizado com o desempenho de todos os atletas nacionais ao redor do mundo. E isto pode ser uma condição necessária, mas está longe de ser suficiente e a principal. A principal é a capacidade de suportar a tensão, o estresse, as adversidades e a pressão, que numa Copa do Mundo são imensas. Técnico que não suporta a pressão vai decidir e agir de forma equivocada. E quanto mais tensa e estressada estiver uma pessoa, mais ela tende a repetir os mesmos erros. E a insistente escalação de Fred é uma prova disto. Isto sem considerar declarações completamente estapafúrdias de Felipão, inclusive chamando jornalistas para denunciar que havia um complô da FIFA contra a seleção brasileira.
Assim, vale recorrer a Tim Gallwey que é considerado um dos pais do coaching. Gallwey era treinador de tênis e constatou que todo jogador tem dois adversários: o adversário externo e ao adversário interno e quem perde o jogo interno também perde o jogo externo. E tanto Felipão, como sua comissão técnica e os jogares perderam o jogo interno e, consequentemente, o jogo externo. E uma prova disto foi o capitão Thiago Silva, na hora da cobrança dos pênaltis contra o Chile, em vez de dar força aos companheiros, ficou isolado, sentado em cima da bola, completamente desolado. Quanta diferença de Didi na Copa de 1958 na Suécia. Quando os suecos fizeram o primeiro gol da partida, Didi foi buscar a bola no fundo das redes de Gilmar e calmamente foi caminhando até o centro do campo para recomeçar tudo novamente. Resultado: Brasil 5 x 2. E quando a Alemanha fez o primeiro gol foi um desastre, 7 x 1. Havia algo de muito errado com esta seleção.
Também nesta etapa é fundamental escolher a tática de jogo. A Alemanha teve um placar dilatado contra o Brasil e Portugal. Contra Portugal, uma das razões foi a postura antiesportiva do zagueiro Pepe que deu uma cabeçada num jogador alemão caído e foi expulso. Nos outros resultados, houve empate de 2x2 com Gana, e diferenças de um gol contra os E.U.A, França, Argélia e Argentina, sendo que a Argentina poderia perfeitamente ter ganhado, pois perdeu três chances incríveis de gol, sendo que numa delas em função de um erro grosseiro de um defensor alemão, que atrasou mal a bola e deixou o atacante argentino livre na frente do goleiro. E que táticas os times que empataram ou perderam de pouco usaram? Primeiro a defesa e depois o contra ataque. E que tática Felipão usou? Vamos jogar de igual para igual e escalou Bernard fragilizando o meio campo. E aqui surge uma questão fundamental. Warren Buffet, um dos maiores megabilionários do mundo quando perguntado sobre a razão do seu sucesso respondeu que ela se devia a sua capacidade de avaliação. Pena que Felipão não tenha lido nada sobre Buffet.

3) O CONTROLE E AVALIAÇÃO

Esta é a fase do pós Copa, ou seja, a fase em que estamos atualmente. Será que vamos aprender ou cometer os mesmos erros? E esta é uma fase extremamente difícil pois os verdadeiros responsáveis não costumam admitir os seus erros e arranjam falsos culpados. O fato é que a escolha dos três últimos técnicos, ou seja, 2006, 2010 e 2014, foi equivocada. E como se sabe disto? Pelo desempenho das equipes e pelos consequentes resultados. Ou como diz uma expressão bíblica: “Pelos frutos conhecereis a árvore”.
Parreira foi o técnico em 2006. Um fracasso, a ponto de Franz Beckenbauer ter concluído que aquela havia sido a pior seleção brasileira dos últimos 50 anos. Mas é sempre possível piorar. O que é interessante é que antes da Copa, Parreira havia se tornado palestrante de sucesso sobre liderança e motivação. Seu livro, “Formando Equipes Vencedoras. Lições de liderança e motivação: do esporte aos negócios”, chegou a figurar na lista dos mais vendidos. Mas quando chegou a hora da verdade foi o que se viu.
Mas o que é extremamente revelador do processo decisório da CBF foi a escolha de Dunga em 2010, posto que Dunga nunca havia sido treinador de futebol, ou seja, não havia passado pelo teste ácido da prática. Pergunta: quais foram os critérios de decisão usados na escolha de Dunga? Houve algum ou foi na base do achismo?
Em 2014, Felipão e sua comissão técnica fracassaram, não resta a menor dúvida. Mas é verdade que Felipão foi bastante competente na Copa de 2002. Entretanto, nos últimos tempos alguns fatos preocupantes estavam acontecendo na sua carreira. Em 2008 foi treinar o time inglês do Chelsea e não foi bem.
Depois de uma série de resultados considerados ruins pela diretoria do Chelsea, acabou sendo demitido pelo time londrino, em fevereiro de 2009. E pior do que isto, é que foi o treinador responsável pela queda do Palmeiras para a 2ª divisão do Campeonato Brasileiro. E aqui vem algo fundamental em termos de processo decisório: o sucesso no passado não é garantia de sucesso no futuro e até pelo contrário, as práticas que deram certo num determinado contexto podem ser o caminho do fracasso em outro. E o mesmo vale para os jogadores. O campeão de um ano pode ser a razão do fracasso em outro.
Assim, o que deve ser entendido é que a essência do fracasso não está nos jogadores, pois não foram eles que se convocaram e se escalaram. E com certeza, haviam jogadores melhores do que alguns dos 23 selecionados e que não foram lembrados. Portanto, técnico que culpa os jogadores está apenas dando um desculpa para o seu fracasso. A razão do fracasso também não está nos técnicos, pois não foram eles que se escolheram. Assim, um dirigente da CBF dar declarações de que o Felipão está ultrapassado é um verdadeiro nonsense, posto que não foi ele que impôs o seu nome como técnico. O que está ultrapassado e a essência do fracasso está no alto comando, no nível estratégico, ou seja, na presidência e direção da CBF e na sua competência para tomar decisões. Qualquer empresa que fosse dirigida com os mesmos padrões utilizados por quem dirige a CBF já tinha quebrado. O fato é que exercer o poder sem ter competência é o caminho do desastre e do fracasso.

Conclusão

Tem solução? Claro que sim. Mas para isto, é fundamental diagnosticar a situação. É como na medicina: Um médico que faz um diagnóstico errado ou dá o remédio errado, pode matar ou provocar graves danos ao paciente. É o chamado tratamento iatrogênico. Assim, talvez fosse importante criar um grupo de trabalho para estudar a questão do futebol brasileiro em que dois tipos de competências são necessárias: entender de futebol e de administração, sobretudo de processo decisório, solução de problemas e também de dinâmica de grupo. Existe um estudo de Irving Janis sobre fiascos históricos americanos, como as guerras da Coréia e do Vietnam e a invasão da Baia dos Porcos em Cuba, que mostra que pessoas inteligentes e competentes, quando decidem em grupo, podem cometer erros de grande magnitude. Estas pessoas foram vítimas daquilo que Janis designou por “pensamento grupal”. 
Caso não se tenha competência para diagnosticar e resolver problemas, tomar e implementar decisões, só resta mesmo rezar. Quem sabe Deus seja mesmo brasileiro e então possam surgir novos Pelés, Garrinchas e Didis.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Autópsia da morte no Brasil

Como morremos revela muito sobre a nossa vida


Todo ano mais de 1 milhão de brasileiros falecem. Entender as principais causas de morte pode nos mostrar muita coisa sobre a nossa sociedade. Por exemplo, o fato de estarmos ficando menos violentos. Do meio da década de 1990 para cá, o câncer ultrapassou as causas não naturais e se tornou o segundo maior motivo dos óbitos dos brasileiros. Pode parecer ruim, mas isso indica que nós estamos vivendo mais (tumores são mais frequentes no fim da vida) e vendo um crescimento menor de vítimas por agressão. Veja esses e outros dados a respeito das mortes não naturais (chamadas de causas externas) no Brasil.


domingo, 6 de julho de 2014

"Os Simpsons" prevê contusão de Neymar na Copa do Mundo

Em episódio do desenho sobre o Mundial do Brasil, Homer é árbitro de jogo contra Alemanha e não dá pênalti no camisa 10, que sai de campo na maca

O desenho animado "Simpsons" previu a contusão que tirou Neymar da Copa do Mundo. No episódio em que a família visita o Brasil durante o Mundial, o craque brasileiro se machuca em uma decisão contra a Alemanha. Homer é o árbitro da partida e se nega a dar um pênalti "cavado" pelo camisa 10. Quem avisa sobre o "teatro" do jogador é a filha Maggie.

Na história, após cair na área na tentativa de conseguir um pênalti, Neymar deixa o campo de maca. Depois, é enterrado pela máfia que havia comprado o jogo, sob o olhar de Homer.

Na vida real, Neymar sofreu uma forte joelhada de Zuñiga, nesta sexta-feira, no duelo entre a seleção brasileira e a Colômbia pelas quartas de final. O Brasil superou o rival por 2 a 1 e pegará a Alemanha na semifinal, mas o camisa 10 fraturou a terceira vértebra da coluna e não poderá mais disputar a competição.

Em situação semelhante ao episódio do desenho, Neymar sai do campo de maca

domingo, 29 de junho de 2014

“Tudo o que vemos no seriado CSI, temos no Brasil”, diz especialista em genética forense

O uso de informações genéticas em investigações criminais ganha cada vez mais força no Brasil e no mundo – mas nem todos estão satisfeitos com isso

PAULO RAIMANN, ESPECIALISTA EM GENÉTICA FORENSE (FOTO: DIVULGAÇÃO)


Nesta quinta-feira (26/06), a Suprema Corte da Flórida inocentou Paul Hildwin, um homem que passou 28 anos no corredor da morte sem ter cometido crime algum. Ele foi acusado de estuprar e matar Vronzettie Cox em 1985, enquanto o real culpado, como confirmaram os testes de DNA, é William Haverty, então namorado da vítima. Só neste ano, quatro pessoas sentenciadas à morte injustamente foram inocentadas na Flórida – e nestes casos, as informações genéticas se mostram provas valiosíssimas, com o poder de mudar completamente o rumo das investigações e até de salvar vidas como a de Hildwin.
“A tecnologia nos Estados Unidos e no Brasil é praticamente a mesma, utilizamos as mesmas técnicas de seriados como CSI”, diz Paulo Raimann, biólogo molecular especialista em genética forense. Nos EUA, desde 1998, o FBI mantém uma base de dados nacional com o perfil genético de criminosos para auxiliar nas investigações criminais. Chamada de NDIS, a National DNA Index (Arquivo Nacional de DNA) contém o perfil de quase 11 milhões de condenados e, segundo as estatísticas divulgadas, colaborou decisivamente com mais de 235 mil processos penais.
"O país é o dono da base de dados: a informação não é compartilhada"
Paulo Raimann, geneticista forense
A base de dados é operada pelo software CODIS(Combined DNA Index System – Sistema Combinado de Arquivamento de DNA), utilizado gratuitamente por 49 países, que recebem inclusive treinamento operacional do FBI. “O país é o dono da base de dados: a informação não é compartilhada, mas pode vir a ser em caso de necessidade, como em desastres em massa”, explica o biólogo. O sistema otimiza o processo de cadastramento dos perfis genéticos e de cruzamento do material colhido em uma cena de crime com os dados disponíveis na base.
Perfil genético nos bancos não pode ser compartilhado (Foto:  JohnGoode/flickr/Creative Commons)
O processo é hierarquizado: começa nos laboratórios forenses, que primeiro buscam no banco genético local o perfil que se vincule com a amostra de DNA analisada; se o chamado match não ocorrer, passam para o banco estadual e, em última instância, para o federal, o NDIS. Mas, segundo Paulo Raimann, normalmente não há esta necessidade: 80% dos crimes podem ser solucionados localmente. Quando a vinculação é encontrada, os peritos transmitem o que descobriram para as autoridades legais envolvidas no caso.
No Brasil, o procedimento é bem mais recente: a lei que prevê a coleta de DNA de criminosos e estipula a criação de um banco de dados de perfis genéticos foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em maio de 2012, mas só foi homologada no final do ano passado. Até o momento, laboratórios forenses de 18 estados contribuem para a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIPBG), gerida pela Polícia Federal. “Enquanto nos EUA cada estado define suas diretrizes, aqui o CODIS é uma lei federal, que obriga condenados por crimes hediondos a fornecerem material para o banco”, aponta Raimann.
No Brasil, lei sobre bancos genéticos foi aprovada em 2012
Segundo o biólogo, o processo de genotipagem é feito, principalmente, a partir da pele, saliva, ou sêmen, e codifica 24 regiões do DNA que possibilitam uma identificação garantida de qualquer ser humano. “O poder de discriminação do conjunto é maior do que a totalidade de homo sapiens que já viveram no planeta”, afirma. A empresa para a qual o perito trabalha, a Life Technologies, acaba de lançar GlobalFiler, um kit sequenciador de DNA que foi aprovado pelo FBI. Além de auxiliar as investigações criminais, as informações obtidas também permitem, por exemplo, a identificação de corpos, e podem ajudar na busca por pessoas desaparecidas.
  •  
O Global Filer (Foto: Divulgação )
Apesar de serem comprovadamente úteis para os processos penais e para outros procedimentos de natureza investigativa, há quem desconfie da disseminação de bancos genéticos. Mesmo que convenções internacionais e a lei brasileira assegurem que os “bancos de dados de perfis genéticos não poderão revelar traços somáticos ou comportamentais das pessoas”, muitos juristas chamam a atenção para os riscos da manutenção destas informações, e também afirmam que a medida é inconstitucional.
Em um artigo, o procurador regional da República aposentado Rogério Romano alerta que os bancos podem “trazer consequências estarrecedoras, próprias de um Estado Totalitário”. Já a advogada Arryanne Queiroz, associada ao Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, levanta o debate sobre a privacidade genética em seu texto. Ela imagina um cenário de “discriminação biológica e social perversa”, comparável a filmes de ficção científica.
Para Paulo Raimann, tais suspeitas são infundadas, e surgem devido ao desconhecimento das regiões do DNA que são de fato mapeadas. De acordo com ele, a única característica pessoal possível de ser identificada em um perfil genético é o sexo da pessoa. “Acham que vão poder dizer se alguém vai ter câncer com 18 anos ou morrer de infarto aos 23, não é isso”, diz.

domingo, 22 de junho de 2014

Goleiro da seleção mexicana está desempregado e era rejeitado por 80% dos torcedores

Guillermo Ochoa foi responsável por executar quatro defesas consideradas difíceis na partida entre Brasil e México



A ausência de gols na partida disputada entre Brasil e México na última terça-feira (17) deixou muitos torcedores brasileiros desapontados. Entretanto, se alguns no estádio se mostraram decepcionados, outros celebraram o resultado e exaltaram o goleiro mexicano Guillermo Ochoa como o novo herói do futebol. Ochoa foi responsável por defesas classificadas como muito difíceis e, graças a sua atuação, o jogo terminou 0 a 0. O goleiro foi eleito o melhor jogador da partida pela Fifa.
Apesar do desempenho, Ochoa não sabe o que fará profissionalmente após a Copa do Mundo, já que encontra-se desempregado. Ele defendia o clube francês Ajaccio. Porém, seu contrato encerrou e ele não obteve propostas de nenhum outro time. "Não me atrapalha (jogar sem clube) e deixo isso na mão dos meus empresários, fico concentrado no Mundial. Estou tranquilo porque sei que existem opções", afirmou Ochoa.
Além disso, Ochoa precisou lidar com a rejeição e conquistar a confiança da torcida. Quando o técnico Miguel Herrera o escalou como titular, uma pesquisa feita pela imprensa local apontou que 80% dos mexicanos preferiam outro jogador em seu lugar. "Eu tinha quatro goleiros em mente, eu decidi os três e depois um para ser titular. Eu não tenho em mente mudar de goleiro, não. A gente achava que ele estava acima dos outros, por isso decidimos que ele seria o goleiro a começar a Copa e acho que acertamos. Acho que ele apresentou a resposta que esperávamos", disse Herrera.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

"Talento demais" pode atrapalhar os times

Um novo estudo mostra que juntar muitas estrelas em uma mesma seleção prejudica a performance da equipe
THIAGO SILVA NÃO FICOU FELIZ COM O RESULTADO DA PARTIDA DA ÚLTIMA TERÇA, 17 (FOTO: GETTY IMAGES)


Sabemos que você está decepcionado com o empate no jogo entre Brasil e México, da última terça-feira, 19 — nós também estamos. Mas nem sempre o motivo de um placar ruim está relacionado a um goleiro que não deixa passar nada. Uma nova pesquisa revelou que, em alguns casos, colocar craques demais no mesmo time é o problema.
O estudo indica que, após certo ponto, adicionar mais supertalentos a uma equipe piora o desempenho do grupo. Os resultados foram publicados no Psychological Science, um jornal da Association for Psychological Science.
Liderada pelo professor Roderick Swaab, a análise mostra que a presença de muitos indivíduos talentos diminui a disposição dos jogadores de se coordenarem, o que compromete a eficácia da equipe.  "A maioria das pessoas acredita que a relação entre talento e desempenho da equipe é linear — quanto mais sua equipe está repleta de talento, melhor o que eles vão fazer", diz Swaab.
"No entanto, nossa pesquisa mais recente documentando o 'efeito talento demais' mostra que para equipes que exigem altos níveis de interdependência, como futebol e basquete, o talento facilita o desempenho da equipe... Mas só até certa medida. Além desse ponto, os benefícios diminuem e, eventualmente, prejudicam o desempenho da equipe, porque ela não consegue coordenar suas ações", afirma.
Adicionar mais talentos demais a uma equipe piora o desempenho do grupo
Mas não é todo o tipo de esporte que sofre o efeito. Ele só aparece em jogos que exigem alto nível de interdependência entre os atletas. No caso de esportes mais individualistas, como o beisebol, "níveis elevados de talento" não prejudicam o desempenho.
A pesquisa usou dados das partidas da Copa do Mundo de 2010 até o período de eliminatórias para o Mundial de 2014, além de informações de jogos da NBA e da MLB, a Major League Baseball.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

7 lições da Copa sobre o que líderes não devem fazer

Fica só a lembrança, em uma tentativa bem humorada, de mostrar como nossos líderes, independente de partidos e afiliações, escapam com coisas que pareceriam estranhas até a um calouro de Administração


Hoje me peguei fazendo a seguinte pergunta: o que aconteceria se uma empresa anunciasse o lançamento do "smartphone dos smartphones", gastasse mais do que a Apple e a Samsung gastaram para lançar seus aparelhos, para surpreender com um modelo de bem menos funções que o anunciado?
"O aparelho faz ligações. Vocês não queriam um telefone?", diria o confiante CEO, em uma conferência com a mídia. Na reunião de acionistas, o diretor de RI, ao ouvir críticas ao avançado sistema de teleconferência que a empresa anunciou e não entregou, diria: "As pessoas querem fazer ligações e mandar mensagem de texto. Nós vamos entregar o resto, um dia." Outro executivo responderia que o que importa é que nos próximos anos boa parte das promessas seria realizada.
Qual seria sua reação como consumidor ou acionista de tal empresa? Ficaria feliz e contente ou pediria a cabeça da diretoria da empresa?
Tal situação, que parece surreal, aconteceu aqui mesmo, neste fenômeno chamado Brasil. Ao anunciar a Copa, planos mais do que gigantes foram apresentados. Não podiam faltar autoelogios e discursos magnânimos. Achei a coisa toda tão interessante que não podia deixar de falar sobre o assunto. Como imagino que a maioria dos nossos governantes não passa muito tempo lendo sobre Administração, vamos fazer o contrário. Apresento aqui minhas lições do que não fazer quando você está em uma posição de liderança:
- Utilize termos como a “Copa das Copas” para mostrar que ninguém está aos seus pés. Não basta dizer que é o melhor, exagere ao máximo: O “produto para acabar com todos os produtos” e “você nunca mais será o mesmo” são frases úteis que devem ser levadas totalmente a sério.
- Entre em projetos complicados, com os quais você não tem nenhuma experiência. Coisas como trem-bala, monotrilhos elevados e mais um monte de coisa que você nunca fez até agora, mas planeja fazer em tempo recorde.
- Faça tudo ao mesmo tempo. Você acha complicado construir um aeroporto, um estádio e uma linha de metrô? Então resolva construir vários ao mesmo tempo. Todo mundo sabe que vários projetos simultâneos são muito mais fáceis de administrar, não é mesmo?
- Dane-se o orçamento e o bom senso. Nada mais justo que construir o terceiro estádio mais caro do mundo em uma cidade sem tradição em futebol. Aliás, para que economizar? Chute o balde, torre o máximo possível e diga que está investindo em um “legado”. Afinal, super estádios podem ser usados esporadicamente para shows, feira hippies e piqueniques escolares, não é mesmo?

- Quando as coisas começarem a dar errado, xingue seus críticos. Diga que eles são pessimistas e não sabem de nada. Mude seu discurso, diga que os projetos eram para depois, de qualquer jeito, e todo mundo entendeu errado. Ignore as críticas mais sérias, que uma hora elas somem.

- Aproveite que os projetos e orçamento passaram do prazo e passe mais um pouco. Vá em frente. É muito mais emocionante saber que um estádio foi entregue logo antes do jogo.

- Afaste-se totalmente da realidade. Todo mundo sabe que um dos primeiros sinais de problemas é quando a liderança se mostra desconectada com a “linha de frente”. Isso, no entanto, é para mortais. Quando perguntarem se faltam hotéis, responda que conta com a hospitalidade das pessoas. Se disserem que os projetos não foram entregues, diga que o povo quer é festa. Se reclamarem da falta de mobilidade, tire um sarro e mande ir de jegue.

Caro leitor, é claro que vai ter Copa. Os times estão chegando, os estádios estão aí. Fica só a lembrança, em uma tentativa bem humorada, de mostrar como nossos líderes, independente de partidos e afiliações, escapam com coisas que pareceriam estranhas até a um calouro de Administração. Curta a festa, mas não se esqueça de que, no fim, nós é que pagamos a conta.

domingo, 8 de junho de 2014

Maioria dos brasileiros nas cidades-sede não tem interesse na Copa, diz pesquisa

Só 23% declararam ter muito interesse pelo Mundial. 'A crítica maior é com a forma como o evento está sendo organizado', explica pesquisador


MAIORIA DOS MORADORES DAS CIDADES-SEDE NÃO TEM MUITO INTERESSE NA COPA (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/ AGÊNCIA BRASIL)

Apoucos dias do início da Copa do Mundo, uma nova pesquisa mostra que a maioria das pessoas não está muito interessada no evento — ou pelo menos os residentes das cidades-sede. Realizado entre os dias 5 e 12 de maio, o estudo revela que apenas 23% deles declararam ter muito interesse pelo Mundial. E mais: 60,3% dos entrevistados afirmaram que a Copa será péssima, ruim ou regular.
O levantamento foi coordenado pelo professor Alexandre Panosso Netto, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, juntos com os pesquisadores Manuel Alector Ribeiro, da Universidade do Algarve, e Dogan Gursoy, da Washington State University. Ainda assim, os brasileiros que acreditam que a Copa será boa ou ótima representam 37%.
“A população tem orgulho e está feliz com a realização da Copa no Brasil”, diz Panosso, em entrevista à GALILEU. “A crítica maior é com a forma como o evento está sendo organizado.” O descontentamento, de acordo com o professor, está relacionado a três temas básicos: o custo financeiro, que parece ser um dos mais caros da história; as obras que não foram entregues a tempo, sobretudo de infraestrutura; e os possíveis indícios de corrupção.
Segundo ele, o estudo surgiu da necessidade de compreender a opinião das pessoas que vivem nas 12 cidades-sede dos jogos. Aplicada pelo Instituto Datafolha, a pesquisa se baseou em projetos semelhantes desenvolvidos nas copas da Alemanha e da África do Sul. Foram 3.770 entrevistados e a margem de erro é de 1,6%. O mesmo questionário será aplicado em novembro deste ano, para que os dados sejam cruzados.
62,3% da população se considera bem informada sobre a Copa
As opiniões, no entanto, dividem-se sobre a afirmação “A Copa de 2014 será a melhor Copa de todos os tempos”, já que 48,7% dos entrevistados responderam que discordavam e 41% concordavam totalmente. Além disso, 62,3% da população respondeu que concorda totalmente ou em parte com a afirmação “Eu estou bem informado sobre a Copa do Mundo de 2014”.
“A informação é fundamental para a tomada de posição e opinião”, afirma Panosso. “Creio que justamente porque a população está informada, ela tem desinteresse pelo evento em si — como possibilidade de ludicidade, entretenimento, diversão.” O desinteresse parece estar ligado ao fato de o evento ser no Brasil. “As outras Copas, fora de nossa casa, não eram uma preocupação nossa. Não nos preocupávamos com estádios ou com acessibilidade.”
Panosso diz que, embora a pesquisa não aborde o tema das manifestações de junho, é “inegável que aquele momento histórico trouxe à tona muito do que estava — e está — engasgado na garganta” dos brasileiros.

sábado, 7 de junho de 2014

Veja as ruas brasileiras pintadas para a Copa do Mundo


Vai ter Copa sim, de acordo com o Google Street View: um hotsite da ferramenta separou imagens em 360 graus de ruas pelo país que já estão devidamente pintadas e decoradas para a Copa do Mundo.
Se destaca a resolução excelente das imagens e as imagens tiradas em várias regiões do país - tem registros de ruas em Belo Horizonte, em São Paulo, no Rio, em Manaus e em Natal. Aparentemente, a iniciativa do Google serve para divulgar não só o Street View, mas também o aplicativo Google Camera, para Android, e uma nova função do app que tira fotos panorâmicas em 360 graus que podem ser associadas via Picasa a pontos geográficos no Maps.

domingo, 1 de junho de 2014

GOL apresenta aeronave da Seleção Brasileira com arte da dupla OSGEMEOS

“Esta é uma obra de arte que levaremos para todo o Brasil em homenagem à torcida brasileira e a nossa seleção", declarou a Diretora de Marketing da GOL

A GOL buscou no trabalho de OSGEMEOS a brasilidade, democracia e diversidade refletidas nos princípios da Companhia, inspirando a estampa exclusiva para a aeronave

A GOL apresentou a aeronave que transportará a Seleção Brasileira de Futebol durante o Mundial no Brasil. Os artistas plásticos Otávio e Gustavo Pandolfo, mais conhecidos como “OSGEMEOS”, foram os responsáveis pela obra que reveste o novo avião da companhia e homenageia os brasileiros, destacando a sua etnia.
A dupla  ganhou reconhecimento por pintar castelos, prédios, túneis e trens, assinando agora a parte externa de um avião comercial. Devido ao tamanho e formato da aeronave, foram necessárias cerca de 100 horas para a conclusão da pintura, além de mil latas de tinta em spray, vindas da Espanha.
A aeronave é um Boeing 737-800 Sky Interior, com maior espaço para bagagens de mão, iluminação interior de LED, que dão maior amplitude à cabine e tomadas abaixo de todos os assentos para carregarem equipamentos eletrônicos portáteis. Além de ter a configuração GOL +, caracterizada pela maior distância entre os assentos da aeronave.
A GOL – transportadora oficial da Seleção Brasileira – buscou no trabalho de OSGEMEOS a brasilidade, democracia e diversidade refletidas nos princípios da Companhia, inspirando a estampa exclusiva para a aeronave.
“Esta é uma obra de arte que levaremos para todo o Brasil em homenagem à torcida brasileira e a nossa seleção. Temos muito orgulho em ser a Transportadora Oficial da Seleção e por levar, juntamente com a nossa torcida, o sonho rumo ao hexa”, afirma Florence Scappini, Diretora de Marketing da GOL.
 “A concepção deste trabalho, além de ser um desafio, por pintarmos em um suporte diferente do convencional, é dar acesso irrestrito à nossa arte, retratando a população brasileira com sua etnia tão diversa e colorida, levando esta obra aos céus e aeroportos do Brasil inteiro pelo período de dois anos, para a observação de um incontável número de pessoas, para que elas possam apreciar e fazer parte deste trabalho de uma forma inusitada, surpreendendo seu cotidiano”, explicam OSGEMEOS.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Brasil é apontado como o segundo maior mercado de franquias


Pesquisa aponta Goiânia e Anápolis como as duas cidades mais promissoras para o setor no estado. O Brasil é o segundo país em número de franqueadores, com 2.226 marcas. O mercado nacional de franquias é maior que o dos Estados Unidos, que tem 1,5 mil marcas. Os dados constam de um estudo da Rizzo Franchise, empresa especializada no mercado de franquias, com base em levantamento realizado em 2010.

Com relação ao número de empresas franqueadas, o Brasil cai para a quarta posição, com 160.272 registros, atrás da China (200.000), Japão (235.000) e Estados Unidos (784.802).

Segundo a Associação Brasileira de Franchising, ABF, O Boticário é a maior rede do setor, com 3.337 lojas, seguida da Colchões Ortobom, que tem mais de 1,7 mil unidades e do Kumon Instituto de Educação, com mais de 1,5 mil escolas. O Sudeste é a região que mais concentra franquias, com 70,5% das marcas. Em seguida, aparece o Sul (17,3%) e o Nordeste (7,7%). O Centro-Oeste tem apenas 3,6% das marcas e o Norte 0,8%. São Paulo (51,1%), Rio de Janeiro (12,7%) e Paraná (8,2%) são os três estados com maior número de sedes de franquias.

O levantamento aponta Goiânia e Anápolis como as melhores cidades de Goiás para se investir em uma franquia. Em Goiânia, indica a pesquisa, os melhores setores são, pela ordem, Automotivo, Hotelaria e Turismo, Educação e Treinamento, Saúde e Beleza, Construção, Vestuário e Acessórios, Livrarias, Alimentação, e Infantil. Já em Anápolis são citados Educação e Treinamento, Automotivo, Construção e Mobiliário, Infantil, Alimentação, Saúde e Beleza, Hotelaria e Turismo, Vestuário e Acessórios, e Livrarias.