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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Médico americano infectado com ebola supera doença e receberá alta

Kent Brantly passou por tratamento experimental

UM 'CLOSE' NA PARTÍCULA VIRAL DO EBOLA (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)


Kent Brantly, o médico americano infectado com ebola e levado há três semanas aos Estados Unidos para receber um tratamento experimental, superou a doença e receberá alta do Hospital Universitário de Emory, em Atlanta (Geórgia), anunciou nesta quinta-feira a ONG para a qual o profissional colaborava.
O Hospital Universitário de Emory, que conta com uma área de isolamento especializada para este tipo de casos, anunciará hoje os detalhes sobre a alta ao missionário. Bruce Ribner, diretor médico da Unidade de Doenças Infecciosas, concederá uma entrevista coletiva ao lado do próprio Brantly.
O missionário, de 33 anos, após sair do hospital irá para um local não informado, de acordo com a organização Samaritan's Purse, para a qual Brantly trabalhava na Libéria.
"Hoje me uno a toda a equipe de Samaritan's Purse em todo o mundo para agradecer a Deus", disse Franklin Graham, presidente da organização, após saber que seu companheiro sairia do hospital.
Ainda não se sabe se a enfermeira Nancy Writebol, de 59 anos, que também foi transferida urgentemente da Libéria para Atlanta após ser confirmado seu contágio por ebola também receberá alta hoje ou permanecerá internada mais tempo na unidade de isolamento do hospital.
Após um período de 21 dias de quarentena, dos quais passou a maioria na Libéria, e ser descartado que estivesse com ebola, o marido de Writebol a visitou no domingo no hospital de Atlanta e disse que a missionária estava "radiante e feliz".
Brantly e Writebol, ambos contraíram com o vírus quando trabalhavam em um centro médico na Libéria, receberam tratamento com o soro experimental ZMapp, nunca antes usado em humanos.
O mesmo tratamento foi usado pelo religioso espanhol Miguel Pajares, que não resistiu e morreu no dia 12 de agosto, poucos dias após ser levado para Madri.
O surto de ebola, que até agora afeta Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria causou pelo menos 1.350 mortes, de acordo com os últimos números da Organização Mundial da Saúde (OMS).

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Os desenhos de uma criança podem dizer muito sobre sua inteligência


Pesquisadores descobriram uma relação entre o detalhamento do desenho de crianças com sua performance em tarefas cognitivas

PELO NÍVEL DE DETALHAMENTO, ESSE DESENHO TERIA UMA NOTA MAIS ALTA (FOTO: FLICKR/ CREATIVE COMMONS/ CLAPPSTAR)


Tem filhos, irmãos mais novos, sobrinhos? Dê uma olhada no caderno de desenho dos pimpolhos. Um estudo de longo prazo feito pelo King’s College Londonmostrou que há uma relação entre o detalhamento dos desenhos dos pequenos e sua inteligência.
Para chegar a essa conclusão, eles analisaram mais de 7700 pares de gêmeos (idênticos e não idênticos) de quatro anos. Durante a análise, eles pediam que as crianças desenhassem alguém da idade delas. Então, os cientistas obsevavam o detalhamento do desenho. Quanto mais características o retrato tinha (cabelo, roupa, braço, dedos), mais pontos eram atribuídos ao desenho. Depois os gêmeos passavam por um teste simples de habilidades cognitivas. E aqueles que faziam desenhos mais detalhados também tiravam notas mais altas em testes verbais e não verbais que buscavam analisar sua inteligência.
Depois de dez anos, quando os gêmeos completavam 14 anos, eles eram chamados novamente para a análise. E, de novo, aqueles que fizeram desenhos mais detalhados aos quatro anos de idade, também tiveram melhores resultados em provas de análise cognitiva. Ou seja, o detalhamento do desenho das crianças era um fator capaz de 'prever' sua inteligência a longo prazo.
Além disso, pesquisadores descobriram que os desenhos de gêmeos idênticos eram mais parecidos do que desenhos de gêmeos dizigóticos, sugerindo que a maior similaridade genética também tem um papel na percepção do mundo - embora o mecanismo dessa ação ainda não seja conhecido.
Via Time

terça-feira, 19 de agosto de 2014

6 coisas que você não sabia sobre a Idade Média

O pão podia dar barato, futebol era ilegal e mais

CARAVAGGIO (1571-1610) (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Você assiste "Game of Thrones", "Vikings", lê "Senhor dos Anéis" e, por causa disso, constrói um monte de suposições sobre a Idade Média. Além disso, tem tudo aquilo que a gente aprendeu nos livros da escola e, em alguns casos, o senso comum dos filmes e dos contos de fadas. Mas os mitos sobre a Idade Média são muitos, sem contar as coisas que a gente não faz ideia mas eram uma realidade naquela época.
Cavaleiros reais não eram bastiões da ética e heroísmo
Todo mundo pensa nos cavaleiros como os grandes heróis de alma nobre e ética social da Idade Média. Nesse caso, Game of Thrones está mais próximo da realidade: não era incomum que cavaleiros saqueassem vilarejos, assassinassem inocentes e estuprassem mulheres.
Futebol era ilegal
Na Inglaterra medieval, um esporte chamado 'mob football' foi proibido por causa da zona que causava. O jogo podia ser jogado por um número ilimitado de jogadores, a bola era uma bexiga de porco (argh) e as regras eram... bom, quase não havia regras. E se o futebol hoje, cheio de regras e só com 11 jogadores, já é capaz de desencadear caos, imagina nesse contexto.
O pão podia dar barato - ou pior, te matar
No verão, os grãs eram escassos - a colheita anterior estava chegando ao fim, mas a nova ainda não estava pronta pra ser colhida. Trigo velho era usado pra fazer pão, e esse trigo às vezes era infectado com ergot, um fungo que, se ingerido, provoca efeitos parecidos com LSD ou até mata em casos extremos.
Eles não bebiam só cerveja
Você já deve ter ouvido falar que na Idade Média só se bebia cerveja ou vinho, já que a água mesmo era imprópria para consumo. É uma ideia engraçada pensar que durante séculos todo mundo viveu bêbado o tempo todo, mas de acordo com alguns historiadores, é só uma lenda. As pessoas tinham métodos pra conferir se a água era pura e por isso tomavam água, sim, mas também bebiam bastante cerveja, mais comum entre os camponeses, e vinho, consumido pela nobreza.
As pessoas não fediam tanto quanto você pensava
A limpeza do corpo, na Idade Média, estava associada com a limpeza da alma. Alguns historiadores dizem que acreditava-se que pessoas sujas eram pecadores. Como o catolicismo imperava, as pessoas se mantinham bem limpinhas. Banhos públicos eram comuns e também era um costume tomar banho junto com convidados, por exemplo. E as pessoas também escovavam os dentes usando alecrim queimado. O motivo: se dor de dente já é difícil em 2014 com anestesia, imagina naquela época?
Animais podiam ser julgados e condenados por crimes
Não era raro que animais fossem julgados e condenados por matar pessoas ou outros crimes, como estragar plantações ou comer comida que não era deles. Geralmente, iam a julgamento animais domésticos, como porcos, vacas e cavalos, e pragas que ameaçavam plantações, como ratos e insetos. Há registros de supostos lobisomens terem ido a julgamento, além de um galo que, em 1474, foi julgado pelo crime de botar um ovo (ele é um galo!).

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dez dicas para se tornar um profissional nota 10

"Refletir com abrangência sobre o que as empresas precisam no longo prazo pode nos trazer referências de como um funcionário deve pensar e agir em sua carreira"



Os líderes empresariais deveriam refletir e comunicar com maior clareza o que esperam de seus profissionais. As deficiências nessa comunicação geram muitas dúvidas nas pessoas, sobre seu desempenho e suas possibilidades de promoção.
Afinal, o que seria um profissional nota 10? É claro que essa resposta varia de acordo com as demandas de cada companhia, mercado e cargo. Entretanto, algumas competências devem ser desenvolvidas por quem deseja ser percebido como um profissional de alto nível pelas empresas.
Refletir com abrangência sobre o que as empresas precisam no longo prazo pode nos trazer referências de como um funcionário deve pensar e agir em sua carreira para tornar-se um profissional nota 10.

1. Qual o seu propósito?

A maioria das pessoas não está feliz na empresa em que trabalha. E não estará feliz em lugar algum. Simplesmente porque não possui um propósito, na carreira e na vida. Empresas têm propósitos. Se um profissional também tiver um, será capaz de escolher melhor o local que permita cumpri-lo, ter maior energia e possibilidade de se realizar no trabalho e dedicar-se a ele.

2. Capacidade autônoma de aprendizagem constante.

O mundo, os mercados e as empresas se transformam o tempo todo. Por essa razão, o bom profissional deve ser capaz de adaptar-se e aprender constantemente. Quem espera que a empresa lhe ensine tudo que precisa para os próximos anos ficará para trás. O indivíduo deve, ele mesmo, buscar o conhecimento, investir no seu autodesenvolvimento para que, quando o futuro chegar, estar preparado.

3. Persistência.

Alguns profissionais mal chegaram à empresa e desejam ser diretores, se possível hoje à tarde. Apesar da velocidade do mundo, não há como acelerar a maturidade, o domínio emocional e a experiência dos anos de vida. Um indivíduo precisa passar por ciclos de expansão e contração na economia, nos mercados e na sua própria carreira, para desenvolver todas as habilidades necessárias para alcançar postos elevados e relevantes na organização. Isso leva tempo e, portanto, persistência é uma competência fundamental.

4. Maturidade nas relações interpessoais.

Indivíduos que relutam em fazer networking, em se interessar pela estratégia e pela política que existe em toda organização humana dificilmente conseguirão ter compreensão de elementos sutis e que são necessários para a tomada de decisão dentro das empresas. E uma pessoa que não domina esses elementos não conseguirá compreender certas decisões empresariais que precisam satisfazer interesses de diversas áreas, pessoas e clientes. Além disso, terá dificuldade para gerir sua carreira apropriadamente, pois, às vezes, é necessário recuar em suas demandas para não romper relacionamentos importantes e necessários ao seu desenvolvimento no longo prazo.

5. Ética.

As decisões que um indivíduo toma, principalmente aquelas que podem favorecê-lo e, simultaneamente, prejudicar outras pessoas, devem ser dirigidas por fundamentos. A ética é o que diferencia, ao longo do tempo, aqueles que são capazes de absorver e traduzir os valores da empresa em comportamentos e decisões observáveis. As companhias perenes são aquelas que não abrem mão de seus valores, especialmente, da ética em suas escolhas. Você deve fazer o mesmo.

6. Tolerância a feedbacks e frustrações.

Um profissional de alto desempenho é aquele que é capaz de absorver e tolerar uma grande quantidade de feedbacks. É muito difícil ter de lidar com críticas, algumas até inapropriadas, e com feedbacks duros e constantes. Mas, pior que isso, é não ter consciência de sua capacidade em relação a outros profissionais com a mesma idade, profissão ou o mesmo cargo que o seu. A maior frustração é perceber tardiamente que não está à altura daquilo que almeja em sua carreira.

7. Não apenas saber qual é sua missão, mas ter consciência dela.

Muitos profissionais sabem quais são seus direitos e seu job description. Poucos atentam para o fato de que a empresa possui uma missão perante seus clientes, e também para seus acionistas e a comunidade. Saber qual é a missão é importante e ter consciência dela é o que diferencia um profissional maduro de um júnior. Ter consciência significa fazer o que for necessário para entregar aquilo que é pedido, dentro das especificações, com excelência, no prazo e no orçamento estipulado. Nada menos que isso.

8. Excelência.

O bom profissional não entrega duas vezes uma tarefa com a mesma qualidade, ele se aprimora constantemente. A cada vez que executa uma tarefa, procura descobrir como fazer melhor, como fazer em menor tempo, como fazer de forma mais segura e, se tiver consciência de qual é o resultado esperado, como obtê-lo suprimindo a tarefa. Ou seja, pensar e agir com excelência exige que você se bombardeie constantemente com perguntas que o façam sair de sua zona de conforto e, simultaneamente, aumentar seu desempenho. Um desafio tremendo.

9. Visão do futuro.

O indivíduo deve ser capaz de ler as tendências que vão pelo mundo e avaliar quais capacidades deverá desenvolver para, quando o futuro chegar, estar preparado. Isso somente é possível para aquelas pessoas que não apenas são antenadas nas notícias, mas também sabem interpretá-las de modo a gerar valor para suas carreiras e para a empresa.

10. Senso de contribuição.

O profissional deve expandir sua visão e conhecer como seu departamento complementa e afeta a operação dos demais. Um profissional nota 10 vê além do horizonte de suas tarefas e observa como elas se encaixam no todo que é a empresa. Do momento em que uma venda é realizada até a entrega, implementação do produto ou serviço e o pagamento por ele. E procura contribuir com o todo, pois sabe que o sucesso deve ser alcançado em equipe, e a companhia é a equipe maior da qual faz parte, não somente sua divisão ou departamento.
O mais importante é que o profissional entenda que sua carreira se desenvolve em ciclos, e que ele deve exercitar essas competências continuamente para ser bem-sucedido hoje e amanhã.
E que seu sucesso contribua decisivamente para o sucesso da empresa, da comunidade que a cerca e do mundo. Afinal, melhor que ser um profissional nota 10, é contribuir para que o mundo seja nota 10.

Vamos em frente!

Engenheiros transformam caixa d'água em gerador de energia

Projeto funciona com caixas d'água de qualquer tamanho e deve chegar ao mercado em pouco tempo


"A água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório"
Já imaginou ter uma miniusina hidrelétrica em casa? Não, você não precisa alagar o seu quintal. Com a ideia dos engenheiros Jorgea Marangon e Mauro Serra, é a sua caixa d'água que pode virar um gerador de energia.
O projeto dos engenheiros, chamado de Unidade Geradora de Energia Sustentável, UGES, funciona com caixas d'água de todos os tamanhos e seu sistema é inteiramente autossustentável: só precisa da circulação da água para gerar, armazenar e distribuir a energia.
“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explicou o inventor Mauro Serra ao site da Faperj. Os engenheiros não sabem com exatamente a quantidade de energia que o sistema pode produzir, mas não recomendam seu uso em aparelhos domésticos de Proalto consumo.
Já patenteada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, a ideia da UGES deve chegar logo ao mercado, e seus criadores acreditam que o sistema pode ser usado em pontos de abastecimento municipais e criar energia suficiente para ajudar no abastecimento da rede de iluminação pública.

As impressoras 3D que importam


Esqueça bonequinhos e canecas de plástico. As máquinas 3D que estão mudando o mundo recriam partes do corpo, comida, remédios e poderão até curar o câncer e reconstruir moléculas aliens

A JATO DE CÉLULAS: BIOIMPRESSORA PRODUZ TECIDOS HUMANOS EM CENTRO DE PESQUISAS EM SAN DIEGO, NOS EUA (FOTO: U-T SANDIEGO/ZUMAPRESS)

Quando as impressoras 3D domésticas começaram a aparecer, em 2010, a revista de tecnologia Wired saudou em sua capa uma “nova revolução industrial”. Desde então, foram incontáveis previsões de como todos passaríamos a fabricar objetos em casa assim que as máquinas barateassem. Quatro anos depois, é possível comprar aparelhos de US$ 100 a US$ 300, mas as “fábricas caseiras” estão longe de vingar — e talvez nunca vinguem. A tecnologia, no entanto, não deixou de trazer transformações profundas. Esqueça os bonequinhos e canecas de plástico malfeitos. Já estamos começando a imprimir em 3D remédios, vasos sanguíneos, cartilagens, ossos, vírus, armas e até casas inteiras. Veja a seguir alguns desses projetos, que têm ambições tão grandes quanto a cura do câncer ou a cópia de organismos aliens.
VÍRUS > CÂNCER NA MIRA
Já se modelam e imprimem em 3d micro-organismos vivos. cientistas querem usá-los contra os tumores
A empresa norte-americana Autodesk abriu no final do ano passado um laboratório de pesquisas em San Francisco voltado a “simplificar a impressão de organismos” — isso mesmo, estamos falando de bactérias, vírus ou células. A companhia já fornece softwares como CADnano, ou o “CAD para origami de DNA”, que modela as estruturas básicas da vida para que seja possível imprimi-las depois. O software está dentro do Project Cyborg, iniciativa voltada a criar ferramentas para “programar matéria”, que tem parcerias com pesquisadores das Universidades Harvard, Stanford e MIT.
À frente do projeto está o biólogo Andrew Hessel, que fundou em 2009 uma startup de biotecnologia voltada a criar curas baratas para o câncer de mama. O cientista, agora comandando um grupo de pesquisa na Autodesk, pretende usar a impressão 3D para ajudar na produção de remédios contra a doença (leia ao lado depoimento dele a GALILEU). O objetivo é retirar amostras de tumores, sequenciar seus DNAs, e usar o genoma para imprimir um antídoto específico. Com essa assinatura genética, diz Hessel, seria possível desenhar uma cepa de vírus que se ligasse apenas às células cancerosas, matando-as (veja abaixo).
Parece ficção científica, mas a ideia está mais perto do que se imagina. Em maio, Hessel produziu o seu próprio vírus com impressoras 3D, num processo que demorou duas semanas — o primeiro vírus sintético, feito em 2003 por Craig Venter, levou 5 anos de pesquisa.
Uma outra tecnologia também tenta usar as máquinas na luta contra o câncer. O pesquisador Wei Sun, da Universidade Drexel, no EUA, usa uma impressora 3D para criar tumores vivos nos quais é possível testar medicamentos. Isso elimina a etapa inicial: o laboratório vai direto à experiência em cânceres reais, produzidos em laboratório e não inoculados em animais de teste. O resultado são que os remédios contra o câncer são testados mais rapidamente.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

1600 quilos de lixo vão queimar na atmosfera neste fim de semana

Material vem da Estação Espacial Internacional

A CYGNUS (FOTO: NASA - DIVULGAÇÃO)

Depois de ficar por um mês na Estação Espacial Internacional, uma nave comercial de carga foi despachada para a atmosfera terrestre - recheada com mais de 1600 quilos de lixo.
Os astronautas a bordo da EEI usaram um braço robótico para liberar a nave Cynus, nesta sexta, acima da costa sudoeste da África. Ela foi enviada para a estação em julho, com comida, equipamento científico, mini satélites e até roupas resistentes a odor para os astronautas.
No entanto, em sua volta, a Cygnus não irá alcançar a superfície da Terra. Estima-se que, no sábado, ela queime na atmosfera enquanto a tripulação da EEI filme o evento. Mas, antes que você acuse os astronautas de asssitirem muito "Mythbusters", saiba que há motivos científicos para a destruição - como a vida útil da EEI vai terminar daqui a uma década, agências espaciais querem entender melhor como acontece a entrada de grandes objetos na atmosfera.
IMAGEM DO BRAÇO ROBÓTICO DA EEI LIBERANDO A CYGNUS (FOTO: REPRODUÇÃO - TWITTER

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

7 passos para ser mais feliz no trabalho, segundo a ciência

Pesquisas mostram que bastam algumas mudanças para encontrar maior qualidade de vida



Pode até parecer que a rotina já o engoliu e que todos os seus sonhos de universitário foram atropelados pela vida, mas sempre há como mudar a forma com que você encara o serviço. Pesquisas, estudos e livros mostram que somente alguns passos são necessários para uma vida mais tranquila no trabalho. Então veja a lista de dicas que a The Week separou para ser mais feliz com a sua profissão:
1 – Dinheiro não importa tanto assim

Por mais que pareça um pouco utópico e até mesmo inacreditável para a realidade em que nos encontramos, dinheiro não é sinônimo de felicidade. Segundo pesquisas recentes, dos fatores que fazem as pessoas felizes no trabalho, bom salário está entre os últimos.

Para uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, China, Japão e Índia pela Mercer, “base salarial” se encontra em sétimo dos 12 principais fatores para ser feliz no emprego. Segundo a Harvard Business Review, “aceitar um trabalho pelo salário” é um arrependimento número um na pesquisa de carreiras. Surpreendente?

2 – Status vale menos do que respeito

Por mais que profissões antigas, que carreguem respaldo da sociedade, possam parecer mais prestigiosas, saiba que mais vale um emprego em que se é respeitado do aquele que impõe respeito.

Segundo essa pesquisa, ser um chefe confiável – ou confiar no seu chefe – vale mais do que um aumento de 30% no salário. Para essa equipe, fazer parte de um grupo de colegas que gosta significa maiores chances de promoção. Para o sociólogo Richard Sennett, escritor do livro ‘How to Findi Fulfilling Work’, respeito faz com que as pessoas se sintam “seres humanos completes, cuja presence realmente significa alguma coisa”.

3 – Fazer a diferença faz diferença

Uma lista com os “trabalhos mais felizes” foi divulgada e nas primeiras colocações pudemos encontrar: bombeiros, professores, fisioterapeutas, psicólogos e muito mais. Em breve conclusão, trabalhos que trazem benefícios sociais tendem a trazer satisfação pessoal.

Para os cientistas Howard Gardner, Mihaly Csikszentmihalyi, e William Damon, pessoas que trabalham para o bem dos outros exibem altas taxas de felicidade no emprego.

4 – Use o que você tem de melhor

Procure usar o seu talento! Segundo esta pesquisa, trabalhar com o que gosta é responsável por grande parte das “emoções felizes” que sentimos. Quando incentivadas a fazerem o que sabem – e amam –, as pessoas são mais produtivas.

5 – Corra atrás do que ama

O clichê ataca novamente: fazer o que ama traz benefícios muito positivos. Para essapesquisa, os indivíduos entrevistados que trabalhavam com o que amavam se mostraram muito mais satisfeitos, animados e felizes com suas vidas. Em contraponto, demonstraram baixíssimos níveis de ansiedade e depressão.

6 – Seja autonômo

Autonomia é um dos passos mais importantes para um bom emprego. Sentir-se capaz de controlar o seu tempo e suas ações, sem que sejam necessárias ordens, é ideal, como diz o livro ‘How to Find Fulfilling Work’. Viva a liberdade!

7 – Pare de procurar o trabalho perfeito

O trabalho perfeito não existe! Pelo menos não aquele que você sonha antes de dormir... Para o autor de ‘Mindset: The New Psychology of Success’, “o que uma pessoa pode aprender, praticamente todas as pessoas podem aprender”. Com isso, ele defende que a evolução dos nossos talentos seja constante, gerando a abertura de portas novas o tempo inteiro. Assim aumentando as chances de fazer o que gosta e, consequentemente, de ser feliz no que faz. 

Por que beijamos?

Existe um motivo biológico e evolutivo pelo qual achamos o beijo prazeroso



Obeijo é um gesto comum a todas as culturas e que parece ser um hábito há muito tempo - há registros datando de cerca de 2.500 anos antes de Cristo. Além disso, a pessoa média passa mais de 20 mil minutos beijando durante toda a vida. Deve haver, portanto, um motivo biológico e evolutivo pelo qual beijar é prazeroso. O vídeo aqui embaixo - em inglês, mas com legendas que você pode traduzir automaticamente - explica um pouco disso:
De acordo com o vídeo, beijar diminui o colesterol ruim e a sensação de stress. Mas esse não é o principal motivo: cientistas acreditam que beijar vem do hábito de mastigar e dar comida aos filhotes com a boca. Você logo imaginou passarinhos, mas algumas espécies de primatas também alimentam a cria assim, e se você parar pra pensar faz todo o sentido antes da existência de papinhas, processadores de alimentos e outras ferramentas que 'mastigam' a comida para o bebê.
A troca de saliva também é benéfica porque transmite patógenos - bactérias que podem causar doenças -, o que estimula a produção de anticorpos no bebê e fortalece o sistema imunológico dele.
As membranas da boca também são capazes de absorver hormônios como a testosterona, ou seja, o beijo - do ponto de vista evolutivo - pode ser uma maneira de avaliar o potencial de fertilidade de um parceiro. Além disso, a saúde bocal e dentária são um indicativo bom da saúde geral do indivíduo, outro fator que a gente inconscientemente leva em conta na hora de escolher um parceiro.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

8 coisas que você não sabia que seu Android podia fazer

Aproveite todo o potencial do seu aparelho com estas dicas



Usuários de Android, uni-vos: apesar de ser o iPhone o primeiro grande responsável pela revolução dos smartphones, o Android domina o mercado de celulares inteligente no mundo. Estima-se que 65% dos usuários possuem o sistema do robozinho. E apesar de aparelhos Android serem bastante diversos - não só por causa das inúmeras versões do sistema, frequentemente não atualizáveis, mas por causa da variedade de aparelhos, também - a gente separou uma lista de coisas que a maioria dos usuários de Android não sabe que seu celular é capaz de fazer.
É claro que muitas funções dentre as que tão aqui embaixo dependem de quão moderno é seu aparelho. Mas algumas valem pra todos os Androids, também. Dá uma olhada e vê o que se aplica pro seu:
Compartilhar coisas encostando um telefone no outro
A tecnologia Near Field Communication - a mesma do seu bilhete único/cartão para ônibus, por exemplo - já vem embutida em boa parte dos celulares modernos. O principal atrativo dela é possibilitar o serviço de carteira eletrônica, ou seja, pagar coisas usando o celular. Mas enquanto a moda dos pagamentos não chega ao Brasil, você pode ativar oAndroid Beam pra compartilhar dados - contatos, fotos, vídeos e músicas - apenas encostrando um telefone no outro.
Os dois aparelhos precisam ter NFC e estar com o Android Beam ativado pra brincadeira funcionar. Para isso, vá em Configurações > Mais > e ative o NFC (Android Beam). Daí, basta abrir o conteúdo que você quer compartilhar e encostar seu celular no celular do amiguinho pra ver a mágica acontecer.
(Dica: desligue o NFC quando não estiver usando pra economizar bateria)
Digite mais rápido com o Swype
A tecnologia Swype não é conhecida por todo mundo que tem Android, mas uma vez que você começa a usá-la, fica difícil voltar atrás. Além de digitar no seu teclado do jeito tradicional, você também pode deslizar o dedo de letra a letra pra formar uma palavra. Parece esquisito se você nunca tentou, mas faça o teste e você vai ver que, além de intuitivo, o método acelera a velocidade com que você escreve no celular e, além disso, torna muito mais fácil a digitação com uma mão só (especialmente se a tela do seu celular é grande demais pra sua mão)
Desbloquear a tela principal com o seu rosto
Você usa uma senha pra desbloquear a tela do Android? Então está perdendo a oportunidade do celular reconhecer seu rosto e desbloquear só porque ele sabe que é você na frente dele. Pra ativar essa função, acesse Configurações > Segurança e Bloqueio de tela, e aí escolha 'Desbloqueio facial' e siga as configurações. Ative a função 'Verificação de presença viva' pra evitar que alguém desbloqueie o celular com uma foto sua (nesse modo, é preciso piscar pra desbloquear o aparelho).
Silencie o telefone ou printe e a tela com gestos manuais
Em configurações, acesse a opção 'movimento de palma' e habilite as funções desse tipo. Daí, quando o celular tocar em um momento inoportuno, você poderá silencia-lo simplesmente colocando a mão sobre a tela ou dar um print deslizando a palma da mão por cima da tela.
Acessar abas abertas no seu desktop
Basta usar o Google Chrome logado na sua conta do Google em todos os dispositivos. Abra o navegador no smartphone e, no menu, acesse a opção 'outros dispositivos' pra ver as abas que estão abertas no seu desktop e acessá-las.
Faça um filme usando suas fotos e vídeos
Você vai precisar de Android 4.3 pra essa dica: nessa versão do sistema operacional, é possível criar pequenos filmes usando os vídeos e fotos que você gravou no aparelho. O passo-a-passo é o seguinte: primeiro, no app do Google+, você deve ativar a função 'Auto Backup' nas configurações. Em seguida, na parte de fotos do Google+, clique na camerazinha no topo. Aí é só escolher o conteúdo que você quer transformar em filme, o tema e a música de fundo.
Mantenha a tela ligada enquanto você olhar pra ela (mas só vale pra Samsung)
É assustador, mas você pode ativar uma função que é, na prática, uma permissão pra que o Samsung detecte se você está ou não olhando pra tela e, em caso positivo, a mantenha ligada. Vá em Configuraçõs, Tela Inteligente e Smart Stay.
Desbloquear o celular usando seu Bilhete Único
Essa dica também usa a tecnologia NFC e um tutorial completo de como fazer a mágica acontecer pode ser encontrado no Buzzfeed.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

10 coisas que você não sabia que seu iPhone podia fazer

Tire selfies usando o fone de ouvido como disparador, confira se um quadro está alinhado e muito mais



Seu iPhone é seu melhor amigo? Mesmo assim, as chances de que você não o conheça a fundo são grandes. Muitas das mais geniais funções do celular da Apple não são óbvias mas podem quebrar um belho galho.

Vai pregar um quadro? Seu iPhone tem um prumo

Um prumo, se você não sabe, é um instrumento pra detectar a horizontal em um ambiente. Antes dos smartphones, eles eram o tipo de coisa que você só encontraria na maleta de um pedreiro ou de um engenheiro. Hoje, é só tirar o telefone do bolso e abrir a bússola do iPhone e deslizar a tela para a esquerda.

Nenhuma vibração é igual a outra

Você não precisa usar o mesmo toque vibratório pra todas as notificações e pode personaliza-los, tipo uma vibrada pra mensagem de texto, duas pra Whatsapp, três pro Messenger. Vá em configurações, Sons, Vibração e Criar Nova Vibração.

Selfie com fone de ouvido

Calma, você ainda precisa da câmera. Mas dá pra usar o botão de volume pra disparar a foto, o que deve tornar muito mais fácil tirar aquela selfie esperta. É só apertar o botão de volume dentro do programa de câmera nativo do Iphone.

Bloqueie ligações de números indesejados

É, dá pra fazer isso. Não precisa pedir pro ex não ligar mais, basta entrar nos contatos dele e selecionar a opção 'Bloquear ligações desse contato' na parte debaixo da tela. Daí, você não receberá mais ligações ou mensagens de texto daquela pessoa.

Carregue o telefone mais rápido

Tá com pressa? O modo avião serve pra outra coisa além de impedir que o seu celular derrube a aeronave: ele também consome muito menos energia. Deixe o celular em modo avião pra carrega-lo. Desligar é ainda mais eficiente, claro, mas em modo avião você ainda pode usar o Wi-Fi.

Visualize o horário das suas mensagens de texto
Veja o gif auto-explicativo:


Desabilite a função de 'lida' para mensagens

Ninguém precisa saber que você já viu a mensagem que chegou no seu telefone. Vá em Configurações, Mensagens e desligue a 'chavinha' em Confirmação de leitura.

Crie um lembrete geográfico

Você pode criar um lembrete geográfico no iPhone. Algo tipo 'me lembre de comprar fraldas quando eu passar perto da farmácia', por exemplo. Vá ao aplicativo de Lembretes, crie um e aperte o "i" do lado desse lembrete. Daí seleciona "lembre-me em uma localização" na próxima página, inclua o endereço e selecione se você quer receber a notificação quando chegar nele ou quando sair. Genial.

Pontue com a barra de espaço

Por último e não menos importante: pra digitar ponto final, basta dar um duplo clique na barra de espaço. É bem mais prático quando você estiver escrevendo.

Já usamos 100% dos nossos cérebros

SCARLETT JOHANSSON JÁ USAVA 100% DO CÉREBRO ANTES DO FILME (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Isto talvez seja uma má notícia, mas as pessoas já usam 100% do cérebro que têm. Não 10%, como dizem alguns gurus de autoajuda, promotores do paranormal, escritores mal informados de ficção científica e, mais recentemente, o filme “Lucy”, estrelado por Scarlett Johansson, mas 100%. O cérebro todo. Não há, na sua cabeça ou na de qualquer outra pessoa, uma multidão de neurônios-estepe adormecida, esperando um choque de raios gama ou um seminário de motivação contratado pelo RH que os ative, transformando-nos todos em gênios das vendas e das finanças ou candidatos à Escola do Professor X.
A evidência de que não há “espaços vagos” no cérebro vem da medicina e da neurociência. Não só os danos causados ao tecido cerebral por ferimentos no crânio ou derrames sempre deixam algum tipo de sequela – é o que explicam Sergio Della Sala e Barry Beyerstein, respectivamente neurocientista e psicólogo, na introdução do livro Tall Tales about the Mind & Brain (“Lorotas sobre a Mente e o Cérebro”) – como exames de imagem, que permitem registrar, em tempo real, o cérebro funcionando não revelam nenhuma “zona morta” por ali.
Em termos evolutivos, também, não faria sentido a natureza criar e sustentar um órgão que é 90% peso morto, ainda mais em se tratando do cérebro: respondendo por menos de 3% do peso do corpo, ele consome mais de 20% do oxigênio que respiramos. Manter 90% dele fora de uso seria como deixar todas as luzes acesas, o tempo todo, numa mansão de 100 quartos, e só habitar dez: um desperdício que dificilmente passaria impune pelo processo de seleção natural.
O mito dos 10% é antigo e, como o filme “Lucy” mostra, prevalente e resistente. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, em 1998, mostrou que 30% dos estudantes universitários de psicologia acreditava nele. No Brasil, sondagem feita no Rio de Janeiro pela neurocientista Suzana Herculano-Houzel e publicada em 2002 descobriu que, entre mais de 2000 entrevistados, 59% dos que tinham diploma universitário acreditam nessa conversa, assim como 48% dos pós-graduados.
A história parece ter se originado num artigo publicado há mais de cem anos por William James, filósofo americano e um dos fundadores da psicologia como ciência. James, no entanto, escrevera apenas que as pessoas comuns dificilmente realizam mais de 10% de seu “potencial intelectual” – o que é bem diferente de “usam apenas 10% do cérebro”. Essa confusão foi feita no prefácio de um livro de autoajuda, “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, de Dale Carnegie. Em defesa de Carnegie, pode-se dizer que o prefácio em questão era assinado não por ele, mas por um jornalista, Lowell Thomas.
Desde então, o mito se tornou um lugar-comum da indústria de autoajuda, um argumento nos panfletos distribuídos por vendedores de cursos de “aperfeiçoamento pessoal” de eficácia duvidosa e um argumento brandido por teóricos New Age de vários tipos. Mas, no fim, nunca foi mais que um mal-entendido.

domingo, 10 de agosto de 2014

Lua cheia deste domingo deve ser a mais bonita dos próximos 20 anos

Fenômeno da superlua é comum, mas só deve se repetir com tamanha intensidade em 2034

LUA PODERÁ SER VISTA EM TAMANHO AMPLIADO POR VOLTA DAS 18H, PERTO DA LINHA DO HORIZONTE (FOTO: JOE/FLICKR/CREATIVE COMMONS)

Admiradores da lua não podem deixar de contemplá-la no próximo domingo, dia 10 de agosto: nosso satélite natural estará 30% mais brilhante e 14% maior do que o normal. O fenômeno é conhecido popularmente como superlua, e ocorre quando o astro atinge sua fase cheia próximo ao perigeu, o ponto da órbita lunar localizado mais próximo da Terra.
O motivo desse tipo de aproximação é o formato elíptico da órbita, que fica 50 mil quilômetros mais perto do nosso planeta no perigeu em comparação com o apogeu, o ponto mais distante. O evento da superlua não é raro – acontece a cada 14 meses, mas desta vez a diferença entre o perigeu e a lua cheia será mínima, de apenas 27 minutos. Segundo o astrofísico Gustavo Lanfranchi, isso só deve se repetir daqui a 20 anos.
Diferença entre fase cheia e perigeu lunar será de apenas 27 minutos
“Mesmo assim, em 2034 o evento não será muito próximo do início da noite, vai ser em torno de 22h”, esclarece Lanfranchi. Em junho do ano passado, o fenômeno ocorreu por volta das 11h da manhã. Neste domingo, o perigeu será às 17h43 e a lua cheia às 18h10, o que gera uma situação praticamente perfeita para a observação, se as condições climáticas colaborarem. “O tamanho da lua perto do horizonte parece maior, por isso o efeito vai ser bem mais intenso”, diz.
Ao longo da noite, conforme nosso satélite natural for ficando mais alto no céu, a impressão vai se perdendo, por isso o horário ideal para a contemplação será no fim da tarde. Se no dia você estiver em alguma região rural, procure observar a lua ao fundo de alguma árvore: ter algum ponto de referência parece amplificar a percepção de tamanho. O mesmo vale para cidades, com suas casas e prédios, que dão um charme especial para a cena. “Se você for ver as fotos de superlua, as mais bonitas são aquelas com construções por perto”, aponta o astrofísico.
Caso se interesse pelo assunto, confira e tenha por perto esta tabela do Observatório Astronômico de Lisboa. O órgão informa detalhadamente, entre outros dados, o dia e hora exatos de todas as superluas até 2050, discriminando os horários de lua cheia e perigeu lunar. Os fenômenos mais promissores estão grifados em vermelho.

sábado, 9 de agosto de 2014

Dose diária de aspirina poderia reduzir risco de morte por câncer

Pequena dose do remédio, tomada diariamente, pode reduzir de 30% a 40% as chances de mortes por câncer de intestino, estômago e esôfago



Tomar uma aspirina diariamente ao longo de uma década poderia reduzir as possibilidades do individuo contrair câncer de estômago e intestino ou de morrer por causa dessas doenças, de acordo com um estudo divulgado pela revista médica "Annals Of Oncology".
A pesquisa, desenvolvida por especialistas da Universidade Queen Mary, de Londres, assinala que se todas as pessoas acima dos 50 anos no Reino Unido tomassem esse remédio ao longo de dez anos, 122 mil mortes pelos tipos de câncer citados poderiam ser evitadas ao longo de duas décadas.
No entanto, os cientistas alertam que o uso diário da aspirina também poderia causar efeitos secundários, como úlceras, e, por isso, recomendam sempre a consulta médica.
Para chegar a essas conclusões, os cientistas analisaram cerca de 200 estudos que averiguavam os benefícios e prejuízos de consumir aspirina - um tema de contínuo debate médico. Esses analistas descobriram que o remédio reduz entre 30% e 40% o número de casos e de mortes por câncer de intestino, estômago e esôfago.
Por outro lado, os cientistas não alcançaram evidências tão sólidas que pudessem corroborar a tese de que a aspirina também diminui mortes por câncer de mama, próstata e pulmão.
Em suas investigações, os pesquisadores descobriram que as pessoas deviam tomar a aspirina durante pelo menos um período de cinco anos para alcançarem resultados.
O responsável pelo estudo, Jack Cuzick, orientou todas as pessoas acima de 50 anos a considerar a possibilidade de tomar uma pequena dose (de 75 miligramas) de aspirina diária durante uma década. "Apesar de haver alguns efeitos secundários graves que não podem ser ignorados, tomar aspirina diariamente parece ser o mais importante que podemos fazer para reduzir o risco de câncer além de deixar de fumar e reduzir a obesidade", assinalou Cuzick, que disse tomar aspirina há quatro anos.
Em declarações à emissora "BBC", Julie Sharp, da organização Cancer Research UK, opinou que, apesar da aspirina ser promissória na prevenção de certos tipos de câncer, "é vital equilibrá-la com as complicações que a mesma pode causar".


Os Illuminati ainda existem?




De acordo com os registros históricos, não. Criada pelo alemão Adam Weishaupt no século 18, a ordem inspirada nos ideais iluministas foi perseguida e extinta após determinação de 1784 do duque da Baviera, que proibia a existência de associações secretas. Mas, para quem gosta de teoria da conspiração, há quem afirme que a ordem continua a operar livremente, influenciando nos grandes acontecimentos globais. O jornalista Sérgio Pereira Couto, autor do livro Almanaque das Sociedades Secretas, diz que os Illuminati atuam em obras de caridade, utilizando o nome de associações como o Rotary Club. “Mas eles não foram responsáveis pela goleada que sofremos contra a Alemanha”, diz Pereira Couto. Ufa, menos um culpado...